(...) ai daqueles e daquelas, entre nós, que pararem com sua capacidade de sonhar, de
Inventar a sua coragem de denunciar e de anunciar. Ai daqueles e daquelas que em lugar
De visitar de vez em quando o amanhã, o futuro, optam pelo profundo engajamento no
Hoje, com o aqui e o agora; ai daqueles que em lugar desta viagem constante ao amanhã
Se atrelam a um passado de exploração, de rotina.
Paulo Freire
A escola e seus educadores, tem que oportunizar a possibilidade da aprendizagem significativa, elaborado pedagogicamente, para aprimorar a formação do cidadão reflexivo e critico.
Cunha (2004,p.18-19) enfatiza que “[...} na verdade o processo de ensinar envolve uma compreensão da totalidade, em que são mobilizados saberes indicativos de complexidade da docência”. No fazer o processo se assume o comprometimento para atingir os objetivos sem com tudo desestruturar a equipe escolar, a infraestrutura, dentro de um currículo coerente com a realidade local com um acompanhamento constante.
Freire (1975), cita o diálogo como ponto fundamental na gestão participativa, pois é através dele que tomamos consciência e agimos conscientemente.
A existência humana, porque humana,não pode ser muda, silenciosa
nem tampouco pode nutrir-se de falsa palavras, mas de palavras verdade
ira, com que os homens transformam o mundo. Existir humanamente é
pronuncias o mundo, é modificá-lo. O mundo pronunciado por sua vez
se volta problematizado ao sujeitos, a exigir deles novo pronunciar.
(Freire,1975,p.93).
A educação inclusiva requer que o docente se constitua no profissional reflexivo e da reflexão na ação, tendo a reflexão como fundamento de suas práticas considerando que aquilo que o profissional da educação pensa sobre a inclusão determina o que o docente faz em suas práticas pedagógicas. Articular de forma a modificar o espaço que se possa de certa forma inferir em uma problematização em que os sujeitos são também colaboradores para uma efetiva solução dado a experiência e a forma de interpretação pessoal acoplando-as ao cotidiano e suas limitações.
Perrenoud confirma esta afirmação:
A autonomia e a responsabilidade de um profissional dependem de uma
grande capacidade de refletir em e sobre sua ação. Essa capacidade está
no âmago do desenvolvimento permanente, em função da experiência
de competências e dos saberes profissionais.
Por isso, a figura do profissional reflexivo está no ceme do exercício de
uma profissão, pelo menos quando a consideramos sob o ângulo da
especialização e da inteligência no trabalho.(2002,p.13)
Sua capacitação é a ponte para saber mais, o profissional da educação precisa se desenvolver em seu percurso, o conhecimento incita as pessoas a se sentirem inteligentes, capazes e autônomas. A importância do saber não está predestinada apenas ao educando, mas de varias formas aponta para os aspectos do desempenho do educador.
As possibilidades de ensino são viáveis desde que em conformidade com o conceito de Zona de Desenvolvimento Proximal de Vigstsky (2003), a qual estipula haver uma diferença entre o que uma criança pode fazer sozinha e o que pode realizar se receber ajuda. Essa ajuda pode ser provida pelo profissional da educação dentro do processo do ensino aprendizagem.
Antônio Nóvoa (1995) observa que a formação continuada deve possibilitar ao educador:
“ A reconstrução de suas identidades, estimulando a uma pesrpectiva
critico- reflexiva, que forneça aos professores os meios de um
pensamento autônomo e que facilite as dinâmicas de autoformação
participada. Estar em formação implica um investimento pessoal
um trabalho livre e criativo sobre percursos e os projetos com vista
à construção de uma identidade, que é também uma identidade
profissional”.
A necessidade para a educação inclusiva de que tenha se profissionais da educação autônomos com o incentivo ao investimento pessoal, fomentando um trabalho livre e criativo constituindo a construção recíproca do docente e do seu trabalho; se faz de suma importância sendo que vai refletir não só no andamento da educação inclusiva como também em todo o teor do desenvolvimento do trabalho em si envolvido pelas suas particularidades.
Um instrumento de analise é a auto avaliação que expande o olhar e permite um avanço com relação ao conhecimento da sua pessoa e do profissional. Encontra-se nesse processo de formação o educador que considera-se como profissional, o que retoma o significado e o acesso aos conhecimentos básicos que garantem os direitos como sujeito dentro do processo de ensino e na condição de profissional na mesma relação.
domingo, 22 de janeiro de 2012
A INSTITUIÇÃO ESCOLAR NO PAPEL ACOLHEDOR
Época triste a nossa... mais fácil quebrar um átomo que um preconceito".
(Einstein)
A Declaração de Salamanca (1994) traz uma interessante e desafiadora concepção de Educação Especial ao utilizar o termo “pessoa com necessidades educacionais especiais” estendendo – a todos educando que têm necessidades decorrentes de suas características de aprendizagem. Dentro desse contexto é que atua a Instituição Escolar, se adequando, quanto aos procedimentos e, se reestruturando no aspecto físico da estrutura da escola, com as adaptações que se fazem necessárias para proporcionar a inclusão. Na expectativa de se estar correspondendo perfeitamente ao objetivo educacional, que consiste em aprender. De acordo com Jacques Delors (1998), coordenador do “Relátorio para a UNESCO da Comissão Internacional sobre Educação para o Século XXI” no livro Educação: um tesouro a descobrir, aponta como principal conseqüência da sociedade do conhecimento a necessidade de uma aprendizagem ao longo da vida, fundamentada em quatro pilares que são ao mesmo tempo pilares do conhecimento e da formação continuada. Aprender a Conhecer, eu só vou aprender a conhecer o mundo ao meu redor, quando primeiramente eu me conheço como um ser, para tanto preciso me amar e, saber aceitar minhas limitações bem como canalizar toda a energia do meu potencial para suprir o que ou no que não consigo me capacitar. Então a Instituição Escolar tem que se conhecer primeiramente para planejar o como vai inferir junto ao educando dentro da comunidade que esta inserida superando suas limitações e questionamentos, no firme propósito da integração como forma de inclusão. No Aprender a Fazer, entra o dispositivo de se aprender no outro e com o outro e, é na Instituição Escolar que temos o trabalho em grupo, é perfeito para o espaço e sintoniza com todos os objetivos, alem de que traz uma enorme aprendizagem de convivência com resultados riquíssimos quanto ao aspecto éticos profissional, sem esquecer que o trabalho em grupo oportuniza a troca dos saberes essenciais para o crescimento cultural do individuo; já englobando o Aprender a viver juntos e, com isso temos o aprender a ser que retoma a primeira idéia, no aprender a conhecer, esta parte é muito importante se tratando da identidade do educando e de como essa esta sendo constituída na interação do espaço escolar.
Para a escola se requer então:
A pedagogia centrada na criança contribui para evitar o desperdi
cio de recursos e a frustração de esperança, conseqüência fre
quente da má qualidade do ensino e da mentalidade do que “o
que é bom para um é bom para todos”.(UNESCO,1994,p.18).
O que estaria baseada a má qualidade de ensino se tendo como indicador o desperdício de recursos e a frustração da esperança, eixos que se contradizem e desrespeitam a Constituição Cidadã, além de que não convém a Instituição de Ensino fragmentar a educação que é oferecida igualmente a todos de uma forma com que possam interagir com a escola.
Então a Instituição Escolar tem a preocupação com a diferenciação. Diferenciar-se é organizar as interações e as atividades de forma que cada aluno seja tão freqüentemente quanto possível confrontado com as mais fecundas situações didáticas para ele. (Perrenoud, 1995). É essa diferenciação que cria e recria uma nova didática dentro da escola e para uma nova escola a escola inclusiva que tem por objetivo o ensino e a educação do educando com necessidades especiais.
2.1 – Adequações da Estrutura
A estrutura da escola em se tratando do currículo ou do espaço físico tem que ser analisada e atualizada para entrar em conformidade tanto com a Lei como também com as necessidades especiais do educando.
Perrenoud (2000) aponta fatores que impedem a construção do coletivo dentro do contexto educacional como a limitação histórica da autonomia político administrativa do profissional da Educação e o individualismo dela conseqüente, a falta do exercício das competências de comunicação, de negociação, de cooperação, de resolução de conflitos, de planejamento flexível e de integração simbólica a diversidade das personalidades que constituem o grupo de educadores e, até mesmo a presença freqüente da pratica autoritária da direção, ou coordenação do ensino. Uma adequação que se faz necessária para suprir as necessidades especiais do educando e, tem que refletir na estrutura se tratando do acesso com rampas, portas adequadas, sanitários adaptados, quanto também ao pedagógico que a principio pode parecer tarefa meramente do professor mais é interessante e fundamental que seja realizada por todos, para se ter uma escola para todos.
Mas sem duvida que:
É comum em nossas escolas atribuir-se ao ensino a tarefa de mera
transmissão de conhecimentos, sobrecarregar o aluno de conhecimentos
que são decorados sem questionamento, dar somente exercícios
repetitivos, impor externamente a disciplina e usar castigos. Trata-se de
uma prática escolar que empobrece até as boas intenções da Pedagogia
Tradicional que pretendia, com seus métodos, a transmissão da cultura
geral, isto é, das grandes descobertas da humanidade, e a formação do
raciocínio, o treino da mente e da vontade (LIBÂNEO, 1994, p. 65).
Constitui se mais do que uma mera transmissão de conhecimento o atuar da instituição escolar, que vem a ser a própria inclusão do sujeito do processo no processo sem diferenciações partindo da primicia de uma integração de fato e comprometida. A pratica escolar acima de tudo tem o dever de ser mais do que tradicional se tratando da transmissão dos conhecimentos e da cultura, hoje espera se muito além de informações, no quanto que se faz necessário termos cidadãos portadores de uma liberdade conquistada e de uma reflexão critica construída paralelamente no desenvolver de suas habilidades e potencialidades dentro do âmbito escolar.
Nesta perspectiva da escola entende-se:
“profissionais que políticas de informação devem ser pensadas como uma
prioridade para todos os grupos que compõem a sociedade brasileira,
observando-se as demandas e as particularidades de cada contexto.
Tais políticas supõem uma concepção de informação que aposta
na provisoriedade da ciência e no conhecimento do conhecimento
que deve aparecer como necessidade primeira, que serviria de
preparação para enfrentarmos os riscos permanente” ( Morin,2003,p.14)
Entretanto os grupos que compõem a sociedade são os mesmos que contém as crianças com as necessidades especiais, e somente na Instituição Escolar podem encontrar a adequação necessária para o seu desenvolvimento físico e mental. É particularmente proporcional a atuação do educando na escola pela receptividade com que ele usufrui da instituição, e se tem problemas de aprendizagem, torna-se vital o domínio das habilidades e competências que caracterizam a sua faixa etária e que lhe estão a disposição pelo seu organismo.
(Einstein)
A Declaração de Salamanca (1994) traz uma interessante e desafiadora concepção de Educação Especial ao utilizar o termo “pessoa com necessidades educacionais especiais” estendendo – a todos educando que têm necessidades decorrentes de suas características de aprendizagem. Dentro desse contexto é que atua a Instituição Escolar, se adequando, quanto aos procedimentos e, se reestruturando no aspecto físico da estrutura da escola, com as adaptações que se fazem necessárias para proporcionar a inclusão. Na expectativa de se estar correspondendo perfeitamente ao objetivo educacional, que consiste em aprender. De acordo com Jacques Delors (1998), coordenador do “Relátorio para a UNESCO da Comissão Internacional sobre Educação para o Século XXI” no livro Educação: um tesouro a descobrir, aponta como principal conseqüência da sociedade do conhecimento a necessidade de uma aprendizagem ao longo da vida, fundamentada em quatro pilares que são ao mesmo tempo pilares do conhecimento e da formação continuada. Aprender a Conhecer, eu só vou aprender a conhecer o mundo ao meu redor, quando primeiramente eu me conheço como um ser, para tanto preciso me amar e, saber aceitar minhas limitações bem como canalizar toda a energia do meu potencial para suprir o que ou no que não consigo me capacitar. Então a Instituição Escolar tem que se conhecer primeiramente para planejar o como vai inferir junto ao educando dentro da comunidade que esta inserida superando suas limitações e questionamentos, no firme propósito da integração como forma de inclusão. No Aprender a Fazer, entra o dispositivo de se aprender no outro e com o outro e, é na Instituição Escolar que temos o trabalho em grupo, é perfeito para o espaço e sintoniza com todos os objetivos, alem de que traz uma enorme aprendizagem de convivência com resultados riquíssimos quanto ao aspecto éticos profissional, sem esquecer que o trabalho em grupo oportuniza a troca dos saberes essenciais para o crescimento cultural do individuo; já englobando o Aprender a viver juntos e, com isso temos o aprender a ser que retoma a primeira idéia, no aprender a conhecer, esta parte é muito importante se tratando da identidade do educando e de como essa esta sendo constituída na interação do espaço escolar.
Para a escola se requer então:
A pedagogia centrada na criança contribui para evitar o desperdi
cio de recursos e a frustração de esperança, conseqüência fre
quente da má qualidade do ensino e da mentalidade do que “o
que é bom para um é bom para todos”.(UNESCO,1994,p.18).
O que estaria baseada a má qualidade de ensino se tendo como indicador o desperdício de recursos e a frustração da esperança, eixos que se contradizem e desrespeitam a Constituição Cidadã, além de que não convém a Instituição de Ensino fragmentar a educação que é oferecida igualmente a todos de uma forma com que possam interagir com a escola.
Então a Instituição Escolar tem a preocupação com a diferenciação. Diferenciar-se é organizar as interações e as atividades de forma que cada aluno seja tão freqüentemente quanto possível confrontado com as mais fecundas situações didáticas para ele. (Perrenoud, 1995). É essa diferenciação que cria e recria uma nova didática dentro da escola e para uma nova escola a escola inclusiva que tem por objetivo o ensino e a educação do educando com necessidades especiais.
2.1 – Adequações da Estrutura
A estrutura da escola em se tratando do currículo ou do espaço físico tem que ser analisada e atualizada para entrar em conformidade tanto com a Lei como também com as necessidades especiais do educando.
Perrenoud (2000) aponta fatores que impedem a construção do coletivo dentro do contexto educacional como a limitação histórica da autonomia político administrativa do profissional da Educação e o individualismo dela conseqüente, a falta do exercício das competências de comunicação, de negociação, de cooperação, de resolução de conflitos, de planejamento flexível e de integração simbólica a diversidade das personalidades que constituem o grupo de educadores e, até mesmo a presença freqüente da pratica autoritária da direção, ou coordenação do ensino. Uma adequação que se faz necessária para suprir as necessidades especiais do educando e, tem que refletir na estrutura se tratando do acesso com rampas, portas adequadas, sanitários adaptados, quanto também ao pedagógico que a principio pode parecer tarefa meramente do professor mais é interessante e fundamental que seja realizada por todos, para se ter uma escola para todos.
Mas sem duvida que:
É comum em nossas escolas atribuir-se ao ensino a tarefa de mera
transmissão de conhecimentos, sobrecarregar o aluno de conhecimentos
que são decorados sem questionamento, dar somente exercícios
repetitivos, impor externamente a disciplina e usar castigos. Trata-se de
uma prática escolar que empobrece até as boas intenções da Pedagogia
Tradicional que pretendia, com seus métodos, a transmissão da cultura
geral, isto é, das grandes descobertas da humanidade, e a formação do
raciocínio, o treino da mente e da vontade (LIBÂNEO, 1994, p. 65).
Constitui se mais do que uma mera transmissão de conhecimento o atuar da instituição escolar, que vem a ser a própria inclusão do sujeito do processo no processo sem diferenciações partindo da primicia de uma integração de fato e comprometida. A pratica escolar acima de tudo tem o dever de ser mais do que tradicional se tratando da transmissão dos conhecimentos e da cultura, hoje espera se muito além de informações, no quanto que se faz necessário termos cidadãos portadores de uma liberdade conquistada e de uma reflexão critica construída paralelamente no desenvolver de suas habilidades e potencialidades dentro do âmbito escolar.
Nesta perspectiva da escola entende-se:
“profissionais que políticas de informação devem ser pensadas como uma
prioridade para todos os grupos que compõem a sociedade brasileira,
observando-se as demandas e as particularidades de cada contexto.
Tais políticas supõem uma concepção de informação que aposta
na provisoriedade da ciência e no conhecimento do conhecimento
que deve aparecer como necessidade primeira, que serviria de
preparação para enfrentarmos os riscos permanente” ( Morin,2003,p.14)
Entretanto os grupos que compõem a sociedade são os mesmos que contém as crianças com as necessidades especiais, e somente na Instituição Escolar podem encontrar a adequação necessária para o seu desenvolvimento físico e mental. É particularmente proporcional a atuação do educando na escola pela receptividade com que ele usufrui da instituição, e se tem problemas de aprendizagem, torna-se vital o domínio das habilidades e competências que caracterizam a sua faixa etária e que lhe estão a disposição pelo seu organismo.
A GARANTIA DA LEI
“Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo
se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do
direito à vida, à liberdade, à igualdade à segurança e à propriedade”.
Constituição Brasileira, Artº 5º,1988.
O marco principal do conjunto de medidas que determina o foco das agendas internacionais sobre educação tem origem na Conferência Mundial sobre Educação para todos, realizada em Jontien, Tailândia, em 1990. Nesta ocasião, países, incluindo o Brasil, tornaram-se signatários da Declaração sobre Educação para Todos cujas metas preconizam a luta pela “satisfação das necessidades básicas de aprendizagem para todos” (UNESCO,1990,p.4). O referido documento é uma das conquistas se tratando de poder estar aprendendo e ter o direito a uma aprendizagem, essa sem restrições, de conformidade para todos. Essa foi à direção, princípios que foram integrados na Lei de Diretrizes e Base da Educação Nacional n.9394/96, que resguarda o capitulo V para as disposições concernentes ao âmbito da Educação Especial. No seu artigo 58, Educação Especial é definida como “[...] a modalidade de educação escolar, oferecida preferencialmente na rede regular de ensino, para o educando portador de necessidades especiais” (BRASIL,1996). Uma lei que vem de encontro ao anseio de muitos, uma proposta de inclusão gerada para a escola, aberta para o contato com as diferenças, não sendo o bastante no convir com as necessidades especiais, que necessitam de inúmeras condições que, de certa forma fogem ao que é propiciado na escola.
De acordo com a Lei 8080/90 Art.3º. “A saúde tem como fatores determinantes e condicionantes, entre outros, a alimentação, a moradia, o saneamento básico, o meio ambiente, o trabalho, a renda, a educação, o transporte, o lazer e o acesso aos bens e serviços essenciais; os níveis de saúde da população expressam a organização social e econômica do País”. E no Parágrafo único: “Dizem respeito também à saúde as ações que, por força do disposto, se destinam a garantir às pessoas e à coletividade condições de bem estar físico, mental e social”. E esse bem estar que deve ser buscado e obtido como índice de qualidade de vida para todas as pessoas e principalmente as crianças com necessidades especiais.
Com base na Educação Libertadora idealizada por Paulo Freire (1983), que visa à superação das diversas formas de anulação do sujeito e de suas culturas por meio do desenvolvimento da consciência política, da sensibilidade e da força interna do conjunto de pessoas. É que se pode propor uma intervenção mais efetiva dentro do espaço de inclusão, para todos que atuam nessa área, que dependem dessa inclusão para realmente serem aceitos e compreendidos.
Que esta dentro dos direitos na Constituição Federal no artigo 1º Da Constituição em que são mencionados dos fundamentos que amparam os direitos, de todos os brasileiros, incluindo as pessoas com deficiência: a cidadania e a dignidade. Em que “Cidadania” é a qualidade de cidadão, que vem a ser o individuo que goza de seus direitos civis, políticos, econômicos e sociais numa sociedade, no desempenho de seus deveres para com esta. E “Dignidade” é a honra e a responsabilidade devida a qualquer pessoa provida de cidadania. Devem ser à base de nossa República, a construção de uma sociedade justa e solidaria,reduzindo as desigualdades sociais e regionais, assegurando o bem de todos, defendendo os de qualquer forma de descriminação. Outrossim, lembramos que as Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica (2001), defendem a posição de que educação especial é um “processo educacional escolar definido por uma proposta pedagógica que assegure recursos e serviços educacionais especiais, organizados institucionalmente para apoiar, complementar, suplementar e, alguns casos, substituir os serviços educacionais comuns, de modo a garantir a educação escolar e promover o desenvolvimento das potencialidades do educando que apresentam necessidades educacionais especiais, em todas as etapas e modalidades da educação básica.” (Brasil, 2001,p.69).
Fica evidente que nesse processo pedagógico se conta com o profissional da educação para fazer uma ponte entre o ensino e o educando com as necessidades especiais.
No estudo do PCN sobre a pluralidade cultural indicam como objetivos do ensino fundamental que os alunos sejam capazes de compreender a cidadania como participação social e política, adotando atitudes de solidariedade, de cooperação, de repúdio às injustiças e de respeito ao outro. Esse deve ser o embasamento de todos.
se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do
direito à vida, à liberdade, à igualdade à segurança e à propriedade”.
Constituição Brasileira, Artº 5º,1988.
O marco principal do conjunto de medidas que determina o foco das agendas internacionais sobre educação tem origem na Conferência Mundial sobre Educação para todos, realizada em Jontien, Tailândia, em 1990. Nesta ocasião, países, incluindo o Brasil, tornaram-se signatários da Declaração sobre Educação para Todos cujas metas preconizam a luta pela “satisfação das necessidades básicas de aprendizagem para todos” (UNESCO,1990,p.4). O referido documento é uma das conquistas se tratando de poder estar aprendendo e ter o direito a uma aprendizagem, essa sem restrições, de conformidade para todos. Essa foi à direção, princípios que foram integrados na Lei de Diretrizes e Base da Educação Nacional n.9394/96, que resguarda o capitulo V para as disposições concernentes ao âmbito da Educação Especial. No seu artigo 58, Educação Especial é definida como “[...] a modalidade de educação escolar, oferecida preferencialmente na rede regular de ensino, para o educando portador de necessidades especiais” (BRASIL,1996). Uma lei que vem de encontro ao anseio de muitos, uma proposta de inclusão gerada para a escola, aberta para o contato com as diferenças, não sendo o bastante no convir com as necessidades especiais, que necessitam de inúmeras condições que, de certa forma fogem ao que é propiciado na escola.
De acordo com a Lei 8080/90 Art.3º. “A saúde tem como fatores determinantes e condicionantes, entre outros, a alimentação, a moradia, o saneamento básico, o meio ambiente, o trabalho, a renda, a educação, o transporte, o lazer e o acesso aos bens e serviços essenciais; os níveis de saúde da população expressam a organização social e econômica do País”. E no Parágrafo único: “Dizem respeito também à saúde as ações que, por força do disposto, se destinam a garantir às pessoas e à coletividade condições de bem estar físico, mental e social”. E esse bem estar que deve ser buscado e obtido como índice de qualidade de vida para todas as pessoas e principalmente as crianças com necessidades especiais.
Com base na Educação Libertadora idealizada por Paulo Freire (1983), que visa à superação das diversas formas de anulação do sujeito e de suas culturas por meio do desenvolvimento da consciência política, da sensibilidade e da força interna do conjunto de pessoas. É que se pode propor uma intervenção mais efetiva dentro do espaço de inclusão, para todos que atuam nessa área, que dependem dessa inclusão para realmente serem aceitos e compreendidos.
Que esta dentro dos direitos na Constituição Federal no artigo 1º Da Constituição em que são mencionados dos fundamentos que amparam os direitos, de todos os brasileiros, incluindo as pessoas com deficiência: a cidadania e a dignidade. Em que “Cidadania” é a qualidade de cidadão, que vem a ser o individuo que goza de seus direitos civis, políticos, econômicos e sociais numa sociedade, no desempenho de seus deveres para com esta. E “Dignidade” é a honra e a responsabilidade devida a qualquer pessoa provida de cidadania. Devem ser à base de nossa República, a construção de uma sociedade justa e solidaria,reduzindo as desigualdades sociais e regionais, assegurando o bem de todos, defendendo os de qualquer forma de descriminação. Outrossim, lembramos que as Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica (2001), defendem a posição de que educação especial é um “processo educacional escolar definido por uma proposta pedagógica que assegure recursos e serviços educacionais especiais, organizados institucionalmente para apoiar, complementar, suplementar e, alguns casos, substituir os serviços educacionais comuns, de modo a garantir a educação escolar e promover o desenvolvimento das potencialidades do educando que apresentam necessidades educacionais especiais, em todas as etapas e modalidades da educação básica.” (Brasil, 2001,p.69).
Fica evidente que nesse processo pedagógico se conta com o profissional da educação para fazer uma ponte entre o ensino e o educando com as necessidades especiais.
No estudo do PCN sobre a pluralidade cultural indicam como objetivos do ensino fundamental que os alunos sejam capazes de compreender a cidadania como participação social e política, adotando atitudes de solidariedade, de cooperação, de repúdio às injustiças e de respeito ao outro. Esse deve ser o embasamento de todos.
Implicações Familiares.
O lócus da residência familiar necessita de manutenção, óbvio como em qualquer outro lugar. Para que se possa ter um ambiente limpo, que é importante devido a inúmeras doenças causadas por bactérias e fungos e, também se trata de um bem, ter sua residência em condições que outras pessoas adentrem e se sintam confortáveis. Não deve haver em hipótese alguma, a discriminação da pessoa que faz o serviço domestico, quanto do próprio serviço, sendo que os dois são importantes, a pessoa que realiza o trabalho e o trabalho realizado. O que podemos, de certo, refletir sobre a forma que se apresenta a atividade a ser feita. Porque primeiro as pessoas não devem viver devido às condições sociais, em ambientes sujos e mal cheirosos. Compreendendo que no lugar reside uma família, então se trata da pratica de incentivar que todos contribuam para a manutenção do local. Visto de a prioridade ser a higiene, a preservação do local, para se manter o bem estar de todos e afastar a hipóteses de doenças comuns a falta de higiene, a poluição ambiental. Sendo as tarefas definidas, há também de se organizar para que não haja prejuízos no processo de escolarização e no direito ao lazer, não só da criança, mas de todos os familiares. Outro fator importante é o controle e a responsabilidade. Exemplo; se toma água, lava-se após o uso o copo, para não acumular, a isso podemos nomear de “Responsabilidade de uso”, usou limpou, abriu fechou, acendeu apagou, etc. dessa forma já estamos inserindo no educando a consciência de que temos que preservar o planeta, então começamos pelo simples, notoriamente urgente “preservar a água”, primeiro em casa para que outras gerações possam usufruir. Então constituímos a “ Política Familiar”, uma forma de educar, que muito vai auxiliar quando a criança for para a escola, já com noções de respeito e responsabilidade, podendo dessa forma utilizar melhor o lócus da escola, dos materiais escolares, da aula, etc. Concluindo é importante para se ter o CIDADÃO CONSCIENTE que ele saiba de sua importância, seu papel na família, que pode e deve colaborar para o bem de todos, isso só o valoriza como pessoa. Que o fato de a família não dispor de empregados que façam o serviço domestico, não a rebaixa ou humilha, mas a prepara para o futuro em que não teremos mais pessoas para os chamados serviços domésticos, aonde cada um terá que ser responsável pelo seu próprio bem estar. Como acontece em países que disponibilizam o serviço para lavar roupas em máquinas, você coloca o valor pelo tanto de roupa, aguardando no local e, volta para sua casa com a roupa lavada e enxuta. Não ter pessoas para esses serviços e, o fato das pessoas procurarem o serviço publico não as envergonham como cidadãos. Abrangendo o assunto em uma perspectiva contextualizada, não se pode negar o fato do abuso, mas sem desprezar o aspecto da necessidade do serviço domestico dentro da família. Então uma forma de se atenuar o processo é a “Política Familiar”, com a “Responsabilidade de Uso”, a “Responsabilidade de controle” e, a “Função e Importância da Família”, que se estende a seus membros, limitando-se assim com esse trabalho de se criar a “Política Familiar” a imposição arbitraria por conta de só um membro da família, que controla a função e o desempenho de todos. Apoiando que a Instituição Familiar precisa de bases, regras e de um processo de desenvolvimento como qualquer outra instituição.
terça-feira, 19 de julho de 2011
SIMPLISMENTE IBISCOS
Não é uma flor cheia de poesia como a rosa, nem tão chique como o copo de leite, ou fascinante como a orquídea e, assim nessa comparação não acharíamos flor igual.
Com poças variedades de cores, simples de plantar, com uma facilidade de germinar em qualquer punhadinho de terra.
Mas o que o torna para mim especial e único, é quando me chega, nas mãos do meu aluno.
Não tem perfume, mas exala amor, foi colhida com amor pelo educando e nesse sentido ela o exprime, em suas mãos.
Não tem uma beleza única, mas me encanta, pelo gesto dele no caminho da escola parar e apanhar a flor, para levar a professora.
Encontra-se em qualquer lugar, mas vem a ser ímpar por se tratar de começar o dia, a aula, recebendo uma flor.
São simplesmente hibiscos, germinados sem muito cuidado no caminho entre a casa e a escola, ele é só mais uma aluno, que deve ser tratado igual a todos os outros alunos, e eu sou mais uma professora igual a tantas outras, o que nos faz diferentes é o dar a flor e receber a flor, eu já não passaria mais sem receber a flor, minha aula não começaria sem a flor, porque com ela vem o amor incondicional, vem o dar e o cativar, tem a afetividade envolvida nos gestos no olhar e, isto sim vai ficar no meu coração e no coração dele fazendo de nós um só coração.
Com poças variedades de cores, simples de plantar, com uma facilidade de germinar em qualquer punhadinho de terra.
Mas o que o torna para mim especial e único, é quando me chega, nas mãos do meu aluno.
Não tem perfume, mas exala amor, foi colhida com amor pelo educando e nesse sentido ela o exprime, em suas mãos.
Não tem uma beleza única, mas me encanta, pelo gesto dele no caminho da escola parar e apanhar a flor, para levar a professora.
Encontra-se em qualquer lugar, mas vem a ser ímpar por se tratar de começar o dia, a aula, recebendo uma flor.
São simplesmente hibiscos, germinados sem muito cuidado no caminho entre a casa e a escola, ele é só mais uma aluno, que deve ser tratado igual a todos os outros alunos, e eu sou mais uma professora igual a tantas outras, o que nos faz diferentes é o dar a flor e receber a flor, eu já não passaria mais sem receber a flor, minha aula não começaria sem a flor, porque com ela vem o amor incondicional, vem o dar e o cativar, tem a afetividade envolvida nos gestos no olhar e, isto sim vai ficar no meu coração e no coração dele fazendo de nós um só coração.
O ENVOVIMENTO COM A ÉTICA
O homem é complexo na medida em que vai evoluindo e apreendendo o que lhe faz sentido, nisso consiste toda a base da sua cultura e educação.
Impultar a ética a profissão professor, médicos, psicólogos e outros profissionais é coerente.
Entretanto tal procedimento deve ser consolidado no cotidiano, expandindo e efetuando em todas as ações.
É apropriado utilizar à ética, desde a escola e se tratando de respeito à identidade do outro e do espaço, sem compromisso ou opinião. Com base no dicionário em que se encontra ética como “estudo dos juízos de apreciação referentes à conduta humana, do ponto de vista do bem e do mal”. Utilizando a segunda menção: Conjunto de normas e princípios que norteiam a boa conduta do ser humano.E é com base nesse preceito que articulamos nesse texto a ética.
Entendendo que se reprimem quando se tira o direito de ir e vir, direito esse que consiste nas ações, na capacidade de autonomia da pessoa e, se oprime desdenho do potencial da pessoa para atuar ou tirando-lhe a ascensão.
Já a ética no trabalho inclui a valorização da produção seja intelectual ou braçal, respeitando a medida de cada um, sua força, seu alcance.
E no social, é verdadeira a importância da ética em sua primazia favorecendo relações, instigando as lutas de fatos e direitos. Não lutas absurdas, mas as constituídas de inteligência.
Impultar a ética a profissão professor, médicos, psicólogos e outros profissionais é coerente.
Entretanto tal procedimento deve ser consolidado no cotidiano, expandindo e efetuando em todas as ações.
É apropriado utilizar à ética, desde a escola e se tratando de respeito à identidade do outro e do espaço, sem compromisso ou opinião. Com base no dicionário em que se encontra ética como “estudo dos juízos de apreciação referentes à conduta humana, do ponto de vista do bem e do mal”. Utilizando a segunda menção: Conjunto de normas e princípios que norteiam a boa conduta do ser humano.E é com base nesse preceito que articulamos nesse texto a ética.
Entendendo que se reprimem quando se tira o direito de ir e vir, direito esse que consiste nas ações, na capacidade de autonomia da pessoa e, se oprime desdenho do potencial da pessoa para atuar ou tirando-lhe a ascensão.
Já a ética no trabalho inclui a valorização da produção seja intelectual ou braçal, respeitando a medida de cada um, sua força, seu alcance.
E no social, é verdadeira a importância da ética em sua primazia favorecendo relações, instigando as lutas de fatos e direitos. Não lutas absurdas, mas as constituídas de inteligência.
Nivelamento
A avaliação é uma importante ferramenta de diagnostico e tem um papel fundamental na função de orientação quanto ao desenvolvimento do ensino.
Sendo assim o educando não pode ser avaliado no patamar do professor, o discente deve ser avaliada em seu nível de compreensão, do entendimento, observação, participação, interesse, desenvolvimento.
Entendendo que dentro do desenvolvimento constam as estratégias que usa frente aos conteúdos e observações.
Avaliando em um todo o que o educando observa, o que extrapole do pretendido como também a dificuldade dele em observar.
Entendimento partindo da avaliação é muito “frútice” partindo-se que o entendimento é único e individual, cada qual tem a sua maneira de entender.
A participação é um requisito a demonstrar a postura do professor em “despertar” o educando para a atividade em questão é o feedback que ele dá as atividades.
O interesse é o ponto que conhecendo as dificuldades do aluno nota-se que ele quer superá-las, busca apropriar-se do conhecimento.
Dentro de todo esse contexto e algo mais, colocando-se o que cada docente insere a sua realidade e dentro dela o que objetiva ser trabalhado. E o que se pode está construir o nivelamento desses educando em prol de conhecê-lo e estabelecer um plano de aula que venha ser atual e com o perfil dos educando, para tanto se procura contextualizar o ensino.
Sendo assim o educando não pode ser avaliado no patamar do professor, o discente deve ser avaliada em seu nível de compreensão, do entendimento, observação, participação, interesse, desenvolvimento.
Entendendo que dentro do desenvolvimento constam as estratégias que usa frente aos conteúdos e observações.
Avaliando em um todo o que o educando observa, o que extrapole do pretendido como também a dificuldade dele em observar.
Entendimento partindo da avaliação é muito “frútice” partindo-se que o entendimento é único e individual, cada qual tem a sua maneira de entender.
A participação é um requisito a demonstrar a postura do professor em “despertar” o educando para a atividade em questão é o feedback que ele dá as atividades.
O interesse é o ponto que conhecendo as dificuldades do aluno nota-se que ele quer superá-las, busca apropriar-se do conhecimento.
Dentro de todo esse contexto e algo mais, colocando-se o que cada docente insere a sua realidade e dentro dela o que objetiva ser trabalhado. E o que se pode está construir o nivelamento desses educando em prol de conhecê-lo e estabelecer um plano de aula que venha ser atual e com o perfil dos educando, para tanto se procura contextualizar o ensino.
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