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domingo, 22 de janeiro de 2012

A GARANTIA DA LEI

“Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo
se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do
direito à vida, à liberdade, à igualdade à segurança e à propriedade”.
Constituição Brasileira, Artº 5º,1988.
O marco principal do conjunto de medidas que determina o foco das agendas internacionais sobre educação tem origem na Conferência Mundial sobre Educação para todos, realizada em Jontien, Tailândia, em 1990. Nesta ocasião, países, incluindo o Brasil, tornaram-se signatários da Declaração sobre Educação para Todos cujas metas preconizam a luta pela “satisfação das necessidades básicas de aprendizagem para todos” (UNESCO,1990,p.4). O referido documento é uma das conquistas se tratando de poder estar aprendendo e ter o direito a uma aprendizagem, essa sem restrições, de conformidade para todos. Essa foi à direção, princípios que foram integrados na Lei de Diretrizes e Base da Educação Nacional n.9394/96, que resguarda o capitulo V para as disposições concernentes ao âmbito da Educação Especial. No seu artigo 58, Educação Especial é definida como “[...] a modalidade de educação escolar, oferecida preferencialmente na rede regular de ensino, para o educando portador de necessidades especiais” (BRASIL,1996). Uma lei que vem de encontro ao anseio de muitos, uma proposta de inclusão gerada para a escola, aberta para o contato com as diferenças, não sendo o bastante no convir com as necessidades especiais, que necessitam de inúmeras condições que, de certa forma fogem ao que é propiciado na escola.
De acordo com a Lei 8080/90 Art.3º. “A saúde tem como fatores determinantes e condicionantes, entre outros, a alimentação, a moradia, o saneamento básico, o meio ambiente, o trabalho, a renda, a educação, o transporte, o lazer e o acesso aos bens e serviços essenciais; os níveis de saúde da população expressam a organização social e econômica do País”. E no Parágrafo único: “Dizem respeito também à saúde as ações que, por força do disposto, se destinam a garantir às pessoas e à coletividade condições de bem estar físico, mental e social”. E esse bem estar que deve ser buscado e obtido como índice de qualidade de vida para todas as pessoas e principalmente as crianças com necessidades especiais.
Com base na Educação Libertadora idealizada por Paulo Freire (1983), que visa à superação das diversas formas de anulação do sujeito e de suas culturas por meio do desenvolvimento da consciência política, da sensibilidade e da força interna do conjunto de pessoas. É que se pode propor uma intervenção mais efetiva dentro do espaço de inclusão, para todos que atuam nessa área, que dependem dessa inclusão para realmente serem aceitos e compreendidos.
Que esta dentro dos direitos na Constituição Federal no artigo 1º Da Constituição em que são mencionados dos fundamentos que amparam os direitos, de todos os brasileiros, incluindo as pessoas com deficiência: a cidadania e a dignidade. Em que “Cidadania” é a qualidade de cidadão, que vem a ser o individuo que goza de seus direitos civis, políticos, econômicos e sociais numa sociedade, no desempenho de seus deveres para com esta. E “Dignidade” é a honra e a responsabilidade devida a qualquer pessoa provida de cidadania. Devem ser à base de nossa República, a construção de uma sociedade justa e solidaria,reduzindo as desigualdades sociais e regionais, assegurando o bem de todos, defendendo os de qualquer forma de descriminação. Outrossim, lembramos que as Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica (2001), defendem a posição de que educação especial é um “processo educacional escolar definido por uma proposta pedagógica que assegure recursos e serviços educacionais especiais, organizados institucionalmente para apoiar, complementar, suplementar e, alguns casos, substituir os serviços educacionais comuns, de modo a garantir a educação escolar e promover o desenvolvimento das potencialidades do educando que apresentam necessidades educacionais especiais, em todas as etapas e modalidades da educação básica.” (Brasil, 2001,p.69).
Fica evidente que nesse processo pedagógico se conta com o profissional da educação para fazer uma ponte entre o ensino e o educando com as necessidades especiais.
No estudo do PCN sobre a pluralidade cultural indicam como objetivos do ensino fundamental que os alunos sejam capazes de compreender a cidadania como participação social e política, adotando atitudes de solidariedade, de cooperação, de repúdio às injustiças e de respeito ao outro. Esse deve ser o embasamento de todos.

Implicações Familiares.

O lócus da residência familiar necessita de manutenção, óbvio como em qualquer outro lugar. Para que se possa ter um ambiente limpo, que é importante devido a inúmeras doenças causadas por bactérias e fungos e, também se trata de um bem, ter sua residência em condições que outras pessoas adentrem e se sintam confortáveis. Não deve haver em hipótese alguma, a discriminação da pessoa que faz o serviço domestico, quanto do próprio serviço, sendo que os dois são importantes, a pessoa que realiza o trabalho e o trabalho realizado. O que podemos, de certo, refletir sobre a forma que se apresenta a atividade a ser feita. Porque primeiro as pessoas não devem viver devido às condições sociais, em ambientes sujos e mal cheirosos. Compreendendo que no lugar reside uma família, então se trata da pratica de incentivar que todos contribuam para a manutenção do local. Visto de a prioridade ser a higiene, a preservação do local, para se manter o bem estar de todos e afastar a hipóteses de doenças comuns a falta de higiene, a poluição ambiental. Sendo as tarefas definidas, há também de se organizar para que não haja prejuízos no processo de escolarização e no direito ao lazer, não só da criança, mas de todos os familiares. Outro fator importante é o controle e a responsabilidade. Exemplo; se toma água, lava-se após o uso o copo, para não acumular, a isso podemos nomear de “Responsabilidade de uso”, usou limpou, abriu fechou, acendeu apagou, etc. dessa forma já estamos inserindo no educando a consciência de que temos que preservar o planeta, então começamos pelo simples, notoriamente urgente “preservar a água”, primeiro em casa para que outras gerações possam usufruir. Então constituímos a “ Política Familiar”, uma forma de educar, que muito vai auxiliar quando a criança for para a escola, já com noções de respeito e responsabilidade, podendo dessa forma utilizar melhor o lócus da escola, dos materiais escolares, da aula, etc. Concluindo é importante para se ter o CIDADÃO CONSCIENTE que ele saiba de sua importância, seu papel na família, que pode e deve colaborar para o bem de todos, isso só o valoriza como pessoa. Que o fato de a família não dispor de empregados que façam o serviço domestico, não a rebaixa ou humilha, mas a prepara para o futuro em que não teremos mais pessoas para os chamados serviços domésticos, aonde cada um terá que ser responsável pelo seu próprio bem estar. Como acontece em países que disponibilizam o serviço para lavar roupas em máquinas, você coloca o valor pelo tanto de roupa, aguardando no local e, volta para sua casa com a roupa lavada e enxuta. Não ter pessoas para esses serviços e, o fato das pessoas procurarem o serviço publico não as envergonham como cidadãos. Abrangendo o assunto em uma perspectiva contextualizada, não se pode negar o fato do abuso, mas sem desprezar o aspecto da necessidade do serviço domestico dentro da família. Então uma forma de se atenuar o processo é a “Política Familiar”, com a “Responsabilidade de Uso”, a “Responsabilidade de controle” e, a “Função e Importância da Família”, que se estende a seus membros, limitando-se assim com esse trabalho de se criar a “Política Familiar” a imposição arbitraria por conta de só um membro da família, que controla a função e o desempenho de todos. Apoiando que a Instituição Familiar precisa de bases, regras e de um processo de desenvolvimento como qualquer outra instituição.

terça-feira, 19 de julho de 2011

SIMPLISMENTE IBISCOS

Não é uma flor cheia de poesia como a rosa, nem tão chique como o copo de leite, ou fascinante como a orquídea e, assim nessa comparação não acharíamos flor igual.
Com poças variedades de cores, simples de plantar, com uma facilidade de germinar em qualquer punhadinho de terra.
Mas o que o torna para mim especial e único, é quando me chega, nas mãos do meu aluno.
Não tem perfume, mas exala amor, foi colhida com amor pelo educando e nesse sentido ela o exprime, em suas mãos.
Não tem uma beleza única, mas me encanta, pelo gesto dele no caminho da escola parar e apanhar a flor, para levar a professora.
Encontra-se em qualquer lugar, mas vem a ser ímpar por se tratar de começar o dia, a aula, recebendo uma flor.
São simplesmente hibiscos, germinados sem muito cuidado no caminho entre a casa e a escola, ele é só mais uma aluno, que deve ser tratado igual a todos os outros alunos, e eu sou mais uma professora igual a tantas outras, o que nos faz diferentes é o dar a flor e receber a flor, eu já não passaria mais sem receber a flor, minha aula não começaria sem a flor, porque com ela vem o amor incondicional, vem o dar e o cativar, tem a afetividade envolvida nos gestos no olhar e, isto sim vai ficar no meu coração e no coração dele fazendo de nós um só coração.

O ENVOVIMENTO COM A ÉTICA

O homem é complexo na medida em que vai evoluindo e apreendendo o que lhe faz sentido, nisso consiste toda a base da sua cultura e educação.
Impultar a ética a profissão professor, médicos, psicólogos e outros profissionais é coerente.
Entretanto tal procedimento deve ser consolidado no cotidiano, expandindo e efetuando em todas as ações.
É apropriado utilizar à ética, desde a escola e se tratando de respeito à identidade do outro e do espaço, sem compromisso ou opinião. Com base no dicionário em que se encontra ética como “estudo dos juízos de apreciação referentes à conduta humana, do ponto de vista do bem e do mal”. Utilizando a segunda menção: Conjunto de normas e princípios que norteiam a boa conduta do ser humano.E é com base nesse preceito que articulamos nesse texto a ética.
Entendendo que se reprimem quando se tira o direito de ir e vir, direito esse que consiste nas ações, na capacidade de autonomia da pessoa e, se oprime desdenho do potencial da pessoa para atuar ou tirando-lhe a ascensão.
Já a ética no trabalho inclui a valorização da produção seja intelectual ou braçal, respeitando a medida de cada um, sua força, seu alcance.
E no social, é verdadeira a importância da ética em sua primazia favorecendo relações, instigando as lutas de fatos e direitos. Não lutas absurdas, mas as constituídas de inteligência.

Nivelamento

A avaliação é uma importante ferramenta de diagnostico e tem um papel fundamental na função de orientação quanto ao desenvolvimento do ensino.
Sendo assim o educando não pode ser avaliado no patamar do professor, o discente deve ser avaliada em seu nível de compreensão, do entendimento, observação, participação, interesse, desenvolvimento.
Entendendo que dentro do desenvolvimento constam as estratégias que usa frente aos conteúdos e observações.
Avaliando em um todo o que o educando observa, o que extrapole do pretendido como também a dificuldade dele em observar.
Entendimento partindo da avaliação é muito “frútice” partindo-se que o entendimento é único e individual, cada qual tem a sua maneira de entender.
A participação é um requisito a demonstrar a postura do professor em “despertar” o educando para a atividade em questão é o feedback que ele dá as atividades.
O interesse é o ponto que conhecendo as dificuldades do aluno nota-se que ele quer superá-las, busca apropriar-se do conhecimento.
Dentro de todo esse contexto e algo mais, colocando-se o que cada docente insere a sua realidade e dentro dela o que objetiva ser trabalhado. E o que se pode está construir o nivelamento desses educando em prol de conhecê-lo e estabelecer um plano de aula que venha ser atual e com o perfil dos educando, para tanto se procura contextualizar o ensino.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

O Teatro Desperta Sonhos

Quer dar um presente, que seja útil e ao mesmo tempo significativo?
Presenteie assistindo a uma peça de teatro!
Não importa, se é uma criança, e o que mais agrada é o brinquedo, isso não é a pura verdade, o brinquedo quebra, estraga, perde seu brilho com o tempo e o encanto se desfaz, logo que se ganha, já não tem o valor do querer.
Se for um adulto, melhor ainda é o prazer, o momento de se desestressar, que se precisa, e não usa, e não se tem esse tempo, que nos dias de hoje se faz tão necessário para a saúde mental que influencia a física e englobam todo o bem estar psicológico da pessoa.
Para a terceira idade é ainda inigualável, liberta-se toda a fantasia que pode estar retida, por meio desse simples instigar, levando a pessoa a participar desse presente, em que se é permitida tanto soltar a imaginação como usar a reminiscência da vida.
Dê esse presente, o Teatro imprimi um momento que é para o resto da vida, e tem o poder de despertar sonhos, o que se assimilou ninguém te tira é só seu, uma forma de cultura que abrange tantos caminhos e faz com que o homem sapiens chegue bem perto do ser afetivo, onde a razão se perde e pode-se então valorizar a emoção.

EU ME CONHEÇO ATRAVÉS DE MEUS AMIGOS...

Esse fato me chamou atenção, quando fomos juntas ao teatro, e assim sem nenhum constrangimento, minhas amigas começaram a falar sobre me “acompanhar”, a dificuldade, porque eu chamo para comer um pastel, logo ali, e então o logo ali se trona muito distante.
Percebi que a nossa noção de distância, não são iguais, o que eu acho que é perto, para elas não é tão perto assim.
E elas se sentem traídas pela minha pessoa por irem, sabendo que vão andar, porque eu gosto de andar. Mas, contudo, me senti realizada como pessoa, que apesar de ser difícil, me acompanhar, elas vão porque não se arrependem, são minhas amigas e confiam na minha pessoa. No fundo elas sabem que não vou levá-las a um lugar ruim, elas sabem que vale a pena, acreditam no meu bom senso.
Por isso a reclamação delas soa aos meus ouvidos como congratulações. Passo a me reconhecer, nesta visão com base na fala das amigas, desenho me como uma anda rilha como a ressalva a onde piso, os amigos podem me seguir, que a planta dos meus pés tem bons destinos. O caminho pode ser difícil, mas o caminhar é seguro, porque leva ao lugar que quero chegar com meus amigos.
Agora vou observar mais, quando minhas amigas estiverem falando da minha pessoa, para poder descobrir, ou me conscientizar da pessoa que sou e como sou.