A formação do profissional está em permanente processo de construção. Ela é engendrada em diferentes momentos e espaços. Em que imprime no docente experiências, que são refletidas no seu ser e no seu desempenho, e tudo que lhe implica.
Antônio Nóvoa (1995) observa que a formação continuada deve possibilitar ao educador:
“a reconstrução de suas identidades, estimulando o
a uma perspectiva crítico-reflexiva, que forneça
aos professores os meios de um pensamento
autônomo e que facilite as dinâmicas de
autoformação participada. Estar em formação
implica um investimento pessoal, um trabalho livre
e criativo sobre percursos e os projetos próprios,
com vista à construção de uma identidade, que é
também uma identidade profissional”.
(Nóvoa,1995,pag.123)
Uma constante reconstrução é o que nos propõem a própria experiência instigando ao trabalho de observar, construir, aplicar, avaliar e então desenvolver. Mas para que seja autônomo o professor precisa que seu espaço seja respeitado por todos. E que para poder ser mestre tenha como investir na sua capacitação e possa também dispor de condições para se identificar como ser humano e como profissional.
Morin (2005) explicita a necessidade da introspecção, ter a prática mental do auto exame, estar pré disposto a mutua compreensão, ”o auto-exame crítico permite que nos descentremos em relação a nós mesmos e, por conseguinte, que reconheçamos e julguemos nosso egocentrismo. Permite que não assumamos a posição de juiz de todas as coisas”. (p.100)
A reflexão, ou melhor, o auto-exame é uma exigência, para a necessária mudança radical do modelo de formação e atuação do educador. A massificação dos sistemas de educação, a urbanização acelerada trazendo em seu contexto a favelização, as instituições que se modificaram com o tempo ou se inclinaram as divergências como a família, a igreja e a escola, trazendo novos desafios ao docente no seu trabalho.
Nas palavras do professor Ari Araujo Rodrigues, temos professores e professores. Na maioria das vezes somos presos ao passado. Não acompanhamos as inovações, modernidade e evolução dos tempos. Ainda somos profissionais que trabalham a reprodução de técnicas e idéias, nada se cria nada se transforma. Hoje devemos utilizar técnicas e idéias já formuladas para o aprendizado e delas criar novas formas e experimentos que contribuam para o desenvolvimento do conhecimento. A pratica docente no contexto atual deve ser mais ousada, diferente de tudo que já vimos até o momento. O professor tem que transformar sua sala de aula em um laboratório de ensaios e experimentos, ativando as idéias e criatividade dos alunos.
Que vem de encontro com Gadotti, “o professor seria essa árvore facilmente substituível, que coloca a função acima da pessoa, submisso ao papel social da profissão.” (Gadotti, 2004. pag.55)
O professor José Julio Badessa pondera que, o docente se tornou “empresário educacional”, o discente “clientela educacional”. Estamos em desequilíbrio, temos que adequar nosso perfil e “modus operandi” para atender a contento o novo “cidadão cliente” que tecnologicamente falando traz consigo um cabedal cibernético diferenciado. Corramos para alcançá-los.
Freire (1992) articula um objetivo para a educação em favor de uma sociedade mais justa e igualitária, de uma formação crítica e consciente aos educando. O que nos coloca a questionar a realidade vivida.
A professora Fernanda Thomazello Lopes Faria enfatiza o que realmente deveria ser mudado seria tornar os textos pedagógicos em realidade, onde os educando seriam mais autônomos e vivenciando experiências que muitas vezes nem pensavam em casa.
Que reflete a posição de Morin:
(...) a ética propriamente humana, ou seja, a
Antropo-ética, deve ser considerada com a
Ética da cadeia de três termos individuo/
Sociedade/espécie, de onde emerge nossa
Consciência e nosso espírito propriamente
Humano. (Morin,2005,pag.106)
Os novos desafios seriam para o professor Rodrigues, acompanhar a velocidade com que as informações chegam até as pessoas, acompanhar a evolução da ciência, tecnologia e humana. Aceitar que uma sociedade versada na ciência pode escolher qual vai ser o seu destino de forma responsável.
Conforme Nóvoa (1991), “Aqui reside toda a ambigüidade e toda a importância da profissão docente: agentes culturais, eles são também, inevitavelmente, agentes políticos.” (p.123-24).
Em se falando de desafios o professor Badessa coloca que é preciso compreender a dinâmica do ser humano como elemento de integração do conhecimento relativo à geração “Y”, geração esta que desafia os educadores de uma forma sem precedentes na historia da educação. Aprender a aprender, tentativas, erros e acertos, serão que nós educadores não temos esses “programas” em caráter de latência intrínseco ao nosso ser? Observamos a nós mesmos quantas surpresas surgirão...
É o que explica Gadotti:
“O educador é aquele que emerge junto com os
Seus educando desse mundo vivido de forma
Impessoal. Educar é tornar e tornar-se pessoa.
(Gadotti,2004.pag.50).
Para citar desafios a professora Faria cita que nos tornamos profissionais mais valorizados onde realmente passamos a base da formação, educação, ou seja, somos o alicerce de tudo e não poderíamos ser rotulados como incapacitados para tal.
Nessa perspectiva encontramos Freire (1992), que consegue condensar de uma forma simples, mas permeada de significados vários sentimentos no espaço do docente, para tanto o autor enfatiza a necessidade de uma reflexão crítica sobre a prática educativa, sem a qual a teoria pode se tornar apenas discurso e a prática uma reprodução alienada, sem questionamentos.
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domingo, 22 de janeiro de 2012
EPISTEMOLOGIA DO TRABALHO EDUCATIVO
O trabalho docente requer reter experiências práticas, para conhecê-las, compreende-las e dessa forma fazer a extensão necessária entre a teoria e a pratica. O conhecimento empregado além da definição, de uma classificação, de uma descrição e da correlação dos fenômenos da realidade social. É uma tarefa de o educador explicitar as problemáticas sociais concretas e contextualizá-las, para tanto desmistificar pré noções e preconceitos que sempre dificultam o desenvolvimento da autonomia intelectual e de ações políticas direcionadas para uma transformação social.
Essa posição não prescinde da postura dialógica que
Deve ser mantida entre alunos e professores, mas
Ataca o “puro vai-e-vem de perguntas e respostas.
(Paulo Freire,1996).
Sublinha se aqui a relação do educador com o saber, nisso implica o envolvimento dos educando. Saber-ser requer ouvir o aluno, uma competência transversal, entretanto necessária no trabalho educativo. O domínio de conteúdo, de autoconfiança e de reconhecimento, pelo educador, de seus próprios obstáculos epistemológicos e idéias alternativas, retrata o despreparo do decente quando questionado pelo discente, e não sabe lhe responder. Usa de concepções alternativas ou de algum raciocínio de momento que produza uma resposta. Deseja-se um professor que se dirija pelos princípios norteadores da UNESCO para a Educação do Século XXI: Aprender a conhecer, unindo teoria e prática. Aprender a fazer, aprender a conviver, aprender a ser. É necessário garantir aos educadores competência para essa atuação para que estes tenham condições de implantar a proposta da escola em uma direção que dê margem ao social. Isso requer não só o domínio de conteúdos, bem como de metodologias adequadas à aplicação desses conteúdos, sendo que não basta ter objetivos e diretrizes claros da política educacional, se esse corpo de conhecimento, não for trabalhado na formação do educador. A capacitação é, portanto, aqui entendida enquanto processo de ação-reflexão-ação de forma a possibilitar ao educador analisar a sua prática referendada por um corpo teórico que a explica e possibilita repensá-la, ou seja, é a formação reflexiva, enfatizada por Antônio Nóvoa (1995).
É dentro dessa perspectiva que encontramos o professor educador que é sujeito do processo tanto quanto o educando, mas que para isso é necessária a relação horizontal entre discente e docente em um espaço que flua o dialogo em sua forma de captar e transmitir o conhecimento em uma produção conjunta. Então o professor se estabelece como mediador entre o saber elaborado e o conhecimento a ser produzido. Refletir com os alunos sobre as estruturas de um determinado espaço social atentando para o fato de que variam de uma sociedade para outra e numa mesma sociedade, enquanto tendem a refletir as condições econômicas, políticas, sociais e culturais das sociedades em um determinado contexto, estando sempre em construção, entretanto o cenário ideal não existe em nenhuma parte do mundo. (Freire, 2005).
É nessa proposta de humanização do professor como norteador do processo sócio-educativo, com o intuito de construir uma consciência critica com relação à realidade social vivida, que tomamos consciência com a leitura do livro Pedagogia Libertadora de Paulo Freire (1992), uma chama para acender em nossos corações.
Essa posição não prescinde da postura dialógica que
Deve ser mantida entre alunos e professores, mas
Ataca o “puro vai-e-vem de perguntas e respostas.
(Paulo Freire,1996).
Sublinha se aqui a relação do educador com o saber, nisso implica o envolvimento dos educando. Saber-ser requer ouvir o aluno, uma competência transversal, entretanto necessária no trabalho educativo. O domínio de conteúdo, de autoconfiança e de reconhecimento, pelo educador, de seus próprios obstáculos epistemológicos e idéias alternativas, retrata o despreparo do decente quando questionado pelo discente, e não sabe lhe responder. Usa de concepções alternativas ou de algum raciocínio de momento que produza uma resposta. Deseja-se um professor que se dirija pelos princípios norteadores da UNESCO para a Educação do Século XXI: Aprender a conhecer, unindo teoria e prática. Aprender a fazer, aprender a conviver, aprender a ser. É necessário garantir aos educadores competência para essa atuação para que estes tenham condições de implantar a proposta da escola em uma direção que dê margem ao social. Isso requer não só o domínio de conteúdos, bem como de metodologias adequadas à aplicação desses conteúdos, sendo que não basta ter objetivos e diretrizes claros da política educacional, se esse corpo de conhecimento, não for trabalhado na formação do educador. A capacitação é, portanto, aqui entendida enquanto processo de ação-reflexão-ação de forma a possibilitar ao educador analisar a sua prática referendada por um corpo teórico que a explica e possibilita repensá-la, ou seja, é a formação reflexiva, enfatizada por Antônio Nóvoa (1995).
É dentro dessa perspectiva que encontramos o professor educador que é sujeito do processo tanto quanto o educando, mas que para isso é necessária a relação horizontal entre discente e docente em um espaço que flua o dialogo em sua forma de captar e transmitir o conhecimento em uma produção conjunta. Então o professor se estabelece como mediador entre o saber elaborado e o conhecimento a ser produzido. Refletir com os alunos sobre as estruturas de um determinado espaço social atentando para o fato de que variam de uma sociedade para outra e numa mesma sociedade, enquanto tendem a refletir as condições econômicas, políticas, sociais e culturais das sociedades em um determinado contexto, estando sempre em construção, entretanto o cenário ideal não existe em nenhuma parte do mundo. (Freire, 2005).
É nessa proposta de humanização do professor como norteador do processo sócio-educativo, com o intuito de construir uma consciência critica com relação à realidade social vivida, que tomamos consciência com a leitura do livro Pedagogia Libertadora de Paulo Freire (1992), uma chama para acender em nossos corações.
O CAMINHO DO LÚDICO
As interpretações que as crianças criam, ao utilizarem um pano amarrado nelas, como capas e podem associar um ato, um efeito de voar, identificam com liberdade.
Saem voando, correndo, para ver o efeito do acessório no corpo delas, e buscam mais, a construção de um mundo, onde a imaginação tem o poder de satisfazer as suas empreitadas como a de poder voar.
O gosto da brincadeira fica mais vibrante, quando é conseguida a forma de interpretação, mediada pela professora, que auxilia com o lúdico, criando através da fala dela a visualização pelas crianças do que poderia estar acontecendo, levando as a criação de um jogo só delas.
O livro dos bichos tem como função a de interagir com a criança, conduzindo a conhecer os animais, uma interação muito significativa, o livro passou a ser o veiculo que de certa forma conduz ao saber, uma exploração de um universo praticamente novo.
Poder representar, através de fantoches, trazendo um pouco de fantasia para o mundo das crianças, é uma experiência única, não só para as crianças, mas também com relação à postura da professora que nesse momento pode se identificar com a imaginação das crianças.
A caixa de tampas, foi desenvolvida pela professora, traz um desafio, destampar e depois recolocar as tampas em seus devidos orifícios.
Esta proposta além da habilidade manual, abrir e fechar trabalha o cognitivo quando a criança precisa fazer o caminho inverso, colocando a tampa na ordem que tirou, guiada pelas cores, ou o que conseguiu assimilar na visualização da caixa ao começar a brincadeira.
Saem voando, correndo, para ver o efeito do acessório no corpo delas, e buscam mais, a construção de um mundo, onde a imaginação tem o poder de satisfazer as suas empreitadas como a de poder voar.
O gosto da brincadeira fica mais vibrante, quando é conseguida a forma de interpretação, mediada pela professora, que auxilia com o lúdico, criando através da fala dela a visualização pelas crianças do que poderia estar acontecendo, levando as a criação de um jogo só delas.
O livro dos bichos tem como função a de interagir com a criança, conduzindo a conhecer os animais, uma interação muito significativa, o livro passou a ser o veiculo que de certa forma conduz ao saber, uma exploração de um universo praticamente novo.
Poder representar, através de fantoches, trazendo um pouco de fantasia para o mundo das crianças, é uma experiência única, não só para as crianças, mas também com relação à postura da professora que nesse momento pode se identificar com a imaginação das crianças.
A caixa de tampas, foi desenvolvida pela professora, traz um desafio, destampar e depois recolocar as tampas em seus devidos orifícios.
Esta proposta além da habilidade manual, abrir e fechar trabalha o cognitivo quando a criança precisa fazer o caminho inverso, colocando a tampa na ordem que tirou, guiada pelas cores, ou o que conseguiu assimilar na visualização da caixa ao começar a brincadeira.
O CAMINHO DA SOCIALIZAÇÃO
As crianças são levadas a área externa na escola, onde começamos a interagir propondo que alguns alunos sejam tocas enquanto outros vão ser coelhos que ao sinal do som de um apito sairão correndo em busca de uma nova toca, sendo um numero maior de coelhos não equivalente ao numero de tocas, teremos um coelho sem toca.
A segurança da toca, a brincadeira com as outras crianças, traz uma significação grande de competição, no entanto o laço afetivo já construído demonstra que a toca mais segura é o braço da professora.
O educando se socializa, brinca com os outros, mas atenta para um suporte, nesse pensar pode se avaliar os primeiros passos dados em rumo à construção de seus valores.
Em outra atividade, que foi possível observar a integração social, foi na brincadeira de pega-pega, envolvendo os alunos e a professora.
(...) o verdadeiro diálogo não pode existir se os que dialogam não
se comprometem com o pensamento critico; pensamento eu não
aceitando a dicotomia mundo-homens, reconhece entre eles uma
inquestionável solidariedade; pensamento que percebe a
realidade como um processo de evolução de transformação, e
não como uma entidade estática; pensamento que não se separa
da ação, mas que se submerge, sem cessar, na temporalidade,
sem medo dos riscos (Freire, 1979,p.84)
A confiança na professora, ter um apoio é imprescindível, mesmo para os que gostam da liberdade que lhes é imputada nesse momento, sendo propicio a dinâmica, que ao mesmo tempo, que se corre para não ser pego, se tem então a postura voluntariamente, de quero que me peguem, para participar atuando de forma coerente com a proposta.
Sendo o desafio de não ser pego, o estímulo que suscita a atividade, acaba por criar estratégias, meios que a criança desenvolve dentro da própria brincadeira, algumas delas chegam a transpor algumas limitações que tinha, outras fazem aparecer novas habilidades. Interagir com o objeto, que por ser novidade é preciso conquistar, e tendo de ser feito de uma maneira social, é a proposta, com o cuidado de se fazer a motivação do grupo.
Sem com isso, perder a representação da brincadeira, que se torna interessante a cada etapa, ter o domínio da situação é importante para as crianças, mostrar ser capaz é fundamental nesse momento.
A interação só é conseguida após o primeiro momento que é tumultuado, se tratando de conhecer, aprender, sentir, a descoberta valoriza a iniciativa de participação.
.
A segurança da toca, a brincadeira com as outras crianças, traz uma significação grande de competição, no entanto o laço afetivo já construído demonstra que a toca mais segura é o braço da professora.
O educando se socializa, brinca com os outros, mas atenta para um suporte, nesse pensar pode se avaliar os primeiros passos dados em rumo à construção de seus valores.
Em outra atividade, que foi possível observar a integração social, foi na brincadeira de pega-pega, envolvendo os alunos e a professora.
(...) o verdadeiro diálogo não pode existir se os que dialogam não
se comprometem com o pensamento critico; pensamento eu não
aceitando a dicotomia mundo-homens, reconhece entre eles uma
inquestionável solidariedade; pensamento que percebe a
realidade como um processo de evolução de transformação, e
não como uma entidade estática; pensamento que não se separa
da ação, mas que se submerge, sem cessar, na temporalidade,
sem medo dos riscos (Freire, 1979,p.84)
A confiança na professora, ter um apoio é imprescindível, mesmo para os que gostam da liberdade que lhes é imputada nesse momento, sendo propicio a dinâmica, que ao mesmo tempo, que se corre para não ser pego, se tem então a postura voluntariamente, de quero que me peguem, para participar atuando de forma coerente com a proposta.
Sendo o desafio de não ser pego, o estímulo que suscita a atividade, acaba por criar estratégias, meios que a criança desenvolve dentro da própria brincadeira, algumas delas chegam a transpor algumas limitações que tinha, outras fazem aparecer novas habilidades. Interagir com o objeto, que por ser novidade é preciso conquistar, e tendo de ser feito de uma maneira social, é a proposta, com o cuidado de se fazer a motivação do grupo.
Sem com isso, perder a representação da brincadeira, que se torna interessante a cada etapa, ter o domínio da situação é importante para as crianças, mostrar ser capaz é fundamental nesse momento.
A interação só é conseguida após o primeiro momento que é tumultuado, se tratando de conhecer, aprender, sentir, a descoberta valoriza a iniciativa de participação.
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O CAMINHO DA MOTRICIDADE
A motricidade em jogo, com um castelo onde as crianças além da integração, da socialização, também se tornam sujeitos que vão coordenar a utilização do castelo.
Entre a motivação da conquista do objeto, paralelamente existe a necessidade da participação conjunta, e o entendimento que se faz necessário, das orientações da professora em determinados momentos.
Desenvolvendo a autonomia nos momentos que toma as suas próprias decisões e é capaz de superar sozinhas as dificuldades que vão se impondo em sua busca da aprendizagem.
E então, inventam um outro modo de subir, por onde seria feito a descida, os desafios vão sendo superados visivelmente, com o desejo de dominar a situação de também subir, descer, poder brincar e de participar.
O movimento é extremamente necessário para o desenvolvimento completo do sujeito. Nesse contexto, usando o brincar para conseguir atingir os objetivos é com certeza a melhor estratégia.
Conseguir responder ao que a professora solicita, fazer com que o corpo tenha a postura que é necessária, é um desafio, mas as crianças passam por essas dificuldades muito bem.
Quando não conseguem atingir ao que é proposto, riem da situação ou de si mesmas, e são persistentes em tentar novamente ou participam do seu jeito, o que chama muita a atenção na observação é a facilidade e a criatividade que possuem ao tentarem novas alternativas, que a cada nova fase são mais elaboradas ou às vezes muito simples mais eficazes.
Na dinâmica de esconder embaixo de uma camuflagem, utilizando um pano, pode se desenvolver a capacidade psicomotora, envolvendo o sentido da proposta que é estar embaixo do pano com a professora, e conseguir entrar e sair, buscando sempre uma das duas opções de uma forma espontânea e participativa.
Entre a motivação da conquista do objeto, paralelamente existe a necessidade da participação conjunta, e o entendimento que se faz necessário, das orientações da professora em determinados momentos.
Desenvolvendo a autonomia nos momentos que toma as suas próprias decisões e é capaz de superar sozinhas as dificuldades que vão se impondo em sua busca da aprendizagem.
E então, inventam um outro modo de subir, por onde seria feito a descida, os desafios vão sendo superados visivelmente, com o desejo de dominar a situação de também subir, descer, poder brincar e de participar.
O movimento é extremamente necessário para o desenvolvimento completo do sujeito. Nesse contexto, usando o brincar para conseguir atingir os objetivos é com certeza a melhor estratégia.
Conseguir responder ao que a professora solicita, fazer com que o corpo tenha a postura que é necessária, é um desafio, mas as crianças passam por essas dificuldades muito bem.
Quando não conseguem atingir ao que é proposto, riem da situação ou de si mesmas, e são persistentes em tentar novamente ou participam do seu jeito, o que chama muita a atenção na observação é a facilidade e a criatividade que possuem ao tentarem novas alternativas, que a cada nova fase são mais elaboradas ou às vezes muito simples mais eficazes.
Na dinâmica de esconder embaixo de uma camuflagem, utilizando um pano, pode se desenvolver a capacidade psicomotora, envolvendo o sentido da proposta que é estar embaixo do pano com a professora, e conseguir entrar e sair, buscando sempre uma das duas opções de uma forma espontânea e participativa.
sábado, 24 de julho de 2010
Texto Coletivo
Selecionar palavras, de acordo com o numero de alunos se 30 alunos serão 30 palavras, colocar cada uma escrita em um espaço de papel que deve ser dobrado e reservado. Faça o mesmo com os nomes dos alunos, escreva nos pedaços de papeis dobre e reserve. Então vamos começar, sortei o nome de um aluno, abra o papel, leia o nome em voz alta, todos devem ouvir, e o aluno sorteado deve estar ciente, agora sorteie um papel da reserva das palavras, leia em voz alta. Começamos o texto que nessa primeira fase, trataremos simplesmente como um dasafio das frases,o aluno deve ser incentivado, com palavras de estimulo, com o apoio de todos. Dita a frase que contém a palavra, O PROFESSOR A ESCREVE NA LOUSA, e continua seu sorteio, o nome do aluno e a palavra,após o aluno pensar, dizer a frase, ela é escrita.Vamos ler o que está pronto na lousa.Então é um texto, para reflexão se tratando de um apanhado de ideias.Avaliando:o profª e os alunos avaliam.Pode se levantar algumas questões: vc sabia que seria um texto?O que vcs acharam ficou bom?A capacidade de criação da turma é boa?O prof{ não deve se preocupar com a formatação do texto, apenas definir a escolha das palavras, que serão usadas isso de certa forma vai notear o texto, ex.palavras como:amor,carinho paixão,levarão a construção de um texto romantico, se usar nomes de brincadeiras,terá um texto mais versatil.Deixe as frases fluirem naturalmente, o cérebro lendo a primeira frase já a coincide com a segunda como uma teia. Bons Estudos.
sábado, 19 de junho de 2010
Arvore do Compromisso
A Árvore do Compromisso é um projeto que nasceu do meu trabalho em Cravinhos.
Publico Alvo:Comunidade
Justificativa:Por ser de total importancia a conscientização e a participação de todos na campanha para preservar água e o planeta.
Objetivo:Envolver as familias dos educandos em prol de serem colaboradores nessa causa essencial para a vida a preservação da água e do planeta.
Desenvolvimento: Junto aos pais,familiares.Proporcionar uma reflexão, dando a eles um papel no formato de uma gota de água onde eles possam escrever um compromisso, isto é uma postura que vão ter, colocar a forma que irão presetrvar a água,participando ativamente tendo em vista o futuro de seus filhos. Para selar o compromisso,os pais com seus filhos colocaram pendurados na árvore simbolizada com um galho seco,o compromisso que agora fazem junto a natureza para a preservação da água e por conseguinte do Planeta.
Avaliação:Todos os pais participaram, e gostaram de se envolver no projeto em que um dos principais alvos é o futuro das proximas gerações, que serão seus filhos e netos.Resultando em uma avaliação positiva.
Publico Alvo:Comunidade
Justificativa:Por ser de total importancia a conscientização e a participação de todos na campanha para preservar água e o planeta.
Objetivo:Envolver as familias dos educandos em prol de serem colaboradores nessa causa essencial para a vida a preservação da água e do planeta.
Desenvolvimento: Junto aos pais,familiares.Proporcionar uma reflexão, dando a eles um papel no formato de uma gota de água onde eles possam escrever um compromisso, isto é uma postura que vão ter, colocar a forma que irão presetrvar a água,participando ativamente tendo em vista o futuro de seus filhos. Para selar o compromisso,os pais com seus filhos colocaram pendurados na árvore simbolizada com um galho seco,o compromisso que agora fazem junto a natureza para a preservação da água e por conseguinte do Planeta.
Avaliação:Todos os pais participaram, e gostaram de se envolver no projeto em que um dos principais alvos é o futuro das proximas gerações, que serão seus filhos e netos.Resultando em uma avaliação positiva.
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Semana da Criança
Público alvo:Todos os anos
Período: Semana de 6 a 10 de outubro
Justificativa:
A necessidade de oferecer aos alunos uma comemoração digna desta fase da VIDA vem de encontro a este projeto, que visa também conscientizar e abrir caminho para a reflexão constante de seu papel na sociedade não só afetivo e social, mas também politico.
Objetivo:
Conhecer os direitos e deveres da criança e do adolescente.
Compreender e refletir sobre o papel politico de cada cidadão, que começa na infância.Desenvolver o espírito de solidariedade,justiça e igualdade de direitos e deveres perante a sociedade, dentro da especificidade de ser criança.
Metodologia:
Evidenciar os direitos e deveres de cada criança dentro da sociedade.
Durante a semana da criança serão oferecidas várias atividades de recreação e lazer:
gincana entre classes, passeios e piquenique, dia do algodão doce, do sorvete, festa com danças, músicas bolos etc...
Avaliação:
Através da observação, participação das atividades orais e escritas dos alunos e registro do professor das atividades desenvolvidas.
Período: Semana de 6 a 10 de outubro
Justificativa:
A necessidade de oferecer aos alunos uma comemoração digna desta fase da VIDA vem de encontro a este projeto, que visa também conscientizar e abrir caminho para a reflexão constante de seu papel na sociedade não só afetivo e social, mas também politico.
Objetivo:
Conhecer os direitos e deveres da criança e do adolescente.
Compreender e refletir sobre o papel politico de cada cidadão, que começa na infância.Desenvolver o espírito de solidariedade,justiça e igualdade de direitos e deveres perante a sociedade, dentro da especificidade de ser criança.
Metodologia:
Evidenciar os direitos e deveres de cada criança dentro da sociedade.
Durante a semana da criança serão oferecidas várias atividades de recreação e lazer:
gincana entre classes, passeios e piquenique, dia do algodão doce, do sorvete, festa com danças, músicas bolos etc...
Avaliação:
Através da observação, participação das atividades orais e escritas dos alunos e registro do professor das atividades desenvolvidas.
Folclore
Público Alvo: Todos os anos
Período: Mês de Agosto
Culminância:23 de Agosto
Justificativa:
Este projeto visa o resgate da cultura popular de nosso país, focalizando principalmente as brincadeiras e brinquedos como forma de oferecer elementos relevantes quanto à questão de valores e diminuição da violência.
Objetivos:
Conhecer a tradição popular típica de nossa cidade,onde um dos elementos são as companhias de Santos Reis.
Confeccionar brinquedos a partir de sucata (materiais recicláveis).
Compreender o significado das lendas, danças, trajes, músicas, parlendas, adivinhações, quadrinhas, trava lingua e todos os elementos típicos do folclore Brasileiro.
Metodologia:
Trabalhar o tema Folclore com os recursos disponiveis na escola. Confecção de brinquedos junto aos alunos utilizando materiais recicláveis.
Realização de bazar com a produção de brinquedos feitos pelos alunos, comidas típicas de cada região e participação da comunidade.
Campeonato de pipas com premiação para a pipa maior, a mais original e a qua alcançar o ponto mais alto.
Recursos:
Livros, cartazes e murais, materiais recicláveis, músicas tipicas.
Avaliação:
Através da observação, participação, atividades orais e escritas dos alunos e registro dos professores das atividades desenvolvidas.
Período: Mês de Agosto
Culminância:23 de Agosto
Justificativa:
Este projeto visa o resgate da cultura popular de nosso país, focalizando principalmente as brincadeiras e brinquedos como forma de oferecer elementos relevantes quanto à questão de valores e diminuição da violência.
Objetivos:
Conhecer a tradição popular típica de nossa cidade,onde um dos elementos são as companhias de Santos Reis.
Confeccionar brinquedos a partir de sucata (materiais recicláveis).
Compreender o significado das lendas, danças, trajes, músicas, parlendas, adivinhações, quadrinhas, trava lingua e todos os elementos típicos do folclore Brasileiro.
Metodologia:
Trabalhar o tema Folclore com os recursos disponiveis na escola. Confecção de brinquedos junto aos alunos utilizando materiais recicláveis.
Realização de bazar com a produção de brinquedos feitos pelos alunos, comidas típicas de cada região e participação da comunidade.
Campeonato de pipas com premiação para a pipa maior, a mais original e a qua alcançar o ponto mais alto.
Recursos:
Livros, cartazes e murais, materiais recicláveis, músicas tipicas.
Avaliação:
Através da observação, participação, atividades orais e escritas dos alunos e registro dos professores das atividades desenvolvidas.
Festa Junina
Publico Alvo:Todos os anos
Periodo:junho
Culminância:28 de junho
Justificativa:
Como tradição é necessário que os alunos compreendam o significado desta comemoração conhecendo a história das Festas Juninas.
Objetivo:
Compreender a tradição como elemento da história e as especificidades de cada região.
Metodologia:
Trabalhar em sala de aula, a história das Festas Juninas, com os recursos disponíveis na escola.
Realização de trabalhos junto aos alunos para enfeite da escola, relacionados ao tema. Realização de Quermesse com corridas, danças e trajes típicos e participação da comunidade.
Recursos:
Livros e revistas sobre o tema,cartazes,murais,enfeites próprios de comemoração das Festas Juninas.
Avaliação:
Através da participação nas danças a na Quermesse, observação, atividades orais e escritas dos alunos e registro do professor das atividades desenvolvidas.
Periodo:junho
Culminância:28 de junho
Justificativa:
Como tradição é necessário que os alunos compreendam o significado desta comemoração conhecendo a história das Festas Juninas.
Objetivo:
Compreender a tradição como elemento da história e as especificidades de cada região.
Metodologia:
Trabalhar em sala de aula, a história das Festas Juninas, com os recursos disponíveis na escola.
Realização de trabalhos junto aos alunos para enfeite da escola, relacionados ao tema. Realização de Quermesse com corridas, danças e trajes típicos e participação da comunidade.
Recursos:
Livros e revistas sobre o tema,cartazes,murais,enfeites próprios de comemoração das Festas Juninas.
Avaliação:
Através da participação nas danças a na Quermesse, observação, atividades orais e escritas dos alunos e registro do professor das atividades desenvolvidas.
Prevenção também se ensina DST/AIDS
Período:1 ano (durante o ano letivo)
Objetivo Geral:
Capacitação do jovem, para que possa adotar condutas positivas com critica, dispensando a procura de riscos desnecessários, buscando assim, a saúde física e mental.
Objetivo Especifico:
Um dos problemas nas unidades escolares é a gravidez precose.O intuito é capacitar os jovens para que a gravidez seja uma opção na vida deles e não um descuido.Que no caso vai ter influência em suas vidas.
Conteudos a serem trabalhados:
*Gravidez na adolescência
*Sexualidade e drogas na escola
*Prevenção também se ensina
*Como lidar com a sexualidade
*Recuperando a auto estima
*Visão do Mundo
*Utopias que nos movem a adotar condutas negativas
*Buscar saúde prevenindo riscos
Estratégias:
Leitura,videos,redação,jornais,revistas,concursos,seminários,grupos de discussões,dinâmicas,confecções de cartazes,confecção de website,teatro...
Desenvolvimento:
Os trabalhos serão realizados uma vez por semana, em cada sala de aula, com sensibilização através de dinâmicas em grupos e, em seguida discussões em grupos, confecção de material relativo ao termo desenvolvido.
Estes termos são selecionados através de uma pesquisa interna, onde os alunos expressão suas idéias, dúvidas e curiosidades.
Os trabalhos feitos pelos alunos serão expostos na escola e em feira cultural.
Avaliação:
Continua e ao final de cada aula
Objetivo Geral:
Capacitação do jovem, para que possa adotar condutas positivas com critica, dispensando a procura de riscos desnecessários, buscando assim, a saúde física e mental.
Objetivo Especifico:
Um dos problemas nas unidades escolares é a gravidez precose.O intuito é capacitar os jovens para que a gravidez seja uma opção na vida deles e não um descuido.Que no caso vai ter influência em suas vidas.
Conteudos a serem trabalhados:
*Gravidez na adolescência
*Sexualidade e drogas na escola
*Prevenção também se ensina
*Como lidar com a sexualidade
*Recuperando a auto estima
*Visão do Mundo
*Utopias que nos movem a adotar condutas negativas
*Buscar saúde prevenindo riscos
Estratégias:
Leitura,videos,redação,jornais,revistas,concursos,seminários,grupos de discussões,dinâmicas,confecções de cartazes,confecção de website,teatro...
Desenvolvimento:
Os trabalhos serão realizados uma vez por semana, em cada sala de aula, com sensibilização através de dinâmicas em grupos e, em seguida discussões em grupos, confecção de material relativo ao termo desenvolvido.
Estes termos são selecionados através de uma pesquisa interna, onde os alunos expressão suas idéias, dúvidas e curiosidades.
Os trabalhos feitos pelos alunos serão expostos na escola e em feira cultural.
Avaliação:
Continua e ao final de cada aula
Alimentação
Duração: Bimestral
Público alvo: Alunos do ensino fundamental
Objetivos:
*Propiciar ao aluno conhjecimento da própria alimentação, seus beneficios, origem e discernimento quanto à qualidade, procedência e localização de cada alimento.
*Propiciar ao aluno a possibilidade de construir seu próprio conhecimento, atribuindo significados ao conteudo.
*Levar o aluno a perceber a necessidade da alimentação diária.
*Oferecer condições ao aluno para desenvolver a capacidade de relacionar, classificar, ordenar e criar.
*Desenvolver a capacidade de aprender, tendo como meios básicos, o pleno dominio da LEITURA,ESCRITA e INTERPRETAÇÃO DE TEXTO.
*Compreender o alimento como fonte de matéria e energia para o crescimento, manutenção do corpo e nutrição como um conjunto de transformações sofridas pelos alimentos para sustentação do corpo.
*Levar o aluno a pesquisar os diversos lugares de onde são provenientes os alimentoas que consomem.
*Levar o aluno a desenvolver seu potencial artistico através de diversas manifestações artisticas.
Justificativa:
Estudamos os alimentos,pois através de uma boa alimentação(balanceada e bem controlada), teremos melhor saúde e mais qualidade de vida.
Além disso, possibilitaremos ao grupo maior conscientização acerca da manutenção e prevenção do nosso próprio corpo contra possiveis doenças, bem como a prática de consumo de alimentos com bom senso e economia.
TRABALHANDO A INTERDISCIPLINARIEDADE:
- Ciências: Explorar a divisão dos alimentos nos grupos: construtores, energéticos e reguladores, construindo uma piramide.
- Matemática: Trabalhar gráficos com as preferências das frutas. Trabalhar problemas com compra e venda de alimentos.
- Português: Fazer um livro sobre a importância das frutas, um livro de receitas.
- Geografia: Os lugares produtores e o que produzem. Qual a época de cada fruta.
- Artes montando um quadro com isopor e tinta guache retratando os alimentos.
- Historia: Origem do plantio desde a Pré história.
Público alvo: Alunos do ensino fundamental
Objetivos:
*Propiciar ao aluno conhjecimento da própria alimentação, seus beneficios, origem e discernimento quanto à qualidade, procedência e localização de cada alimento.
*Propiciar ao aluno a possibilidade de construir seu próprio conhecimento, atribuindo significados ao conteudo.
*Levar o aluno a perceber a necessidade da alimentação diária.
*Oferecer condições ao aluno para desenvolver a capacidade de relacionar, classificar, ordenar e criar.
*Desenvolver a capacidade de aprender, tendo como meios básicos, o pleno dominio da LEITURA,ESCRITA e INTERPRETAÇÃO DE TEXTO.
*Compreender o alimento como fonte de matéria e energia para o crescimento, manutenção do corpo e nutrição como um conjunto de transformações sofridas pelos alimentos para sustentação do corpo.
*Levar o aluno a pesquisar os diversos lugares de onde são provenientes os alimentoas que consomem.
*Levar o aluno a desenvolver seu potencial artistico através de diversas manifestações artisticas.
Justificativa:
Estudamos os alimentos,pois através de uma boa alimentação(balanceada e bem controlada), teremos melhor saúde e mais qualidade de vida.
Além disso, possibilitaremos ao grupo maior conscientização acerca da manutenção e prevenção do nosso próprio corpo contra possiveis doenças, bem como a prática de consumo de alimentos com bom senso e economia.
TRABALHANDO A INTERDISCIPLINARIEDADE:
- Ciências: Explorar a divisão dos alimentos nos grupos: construtores, energéticos e reguladores, construindo uma piramide.
- Matemática: Trabalhar gráficos com as preferências das frutas. Trabalhar problemas com compra e venda de alimentos.
- Português: Fazer um livro sobre a importância das frutas, um livro de receitas.
- Geografia: Os lugares produtores e o que produzem. Qual a época de cada fruta.
- Artes montando um quadro com isopor e tinta guache retratando os alimentos.
- Historia: Origem do plantio desde a Pré história.
Vivendo Valores na Educação
Público alvo: todos os anos
Período: Durante todo o ano letivo
Justificativa:
Este projeto é no sentido de resgatar valores da humanidade que se encontram deteriorados pela mídia e pela própria situação de vida das pessoas em geral.
Objetivo:
Desenvolver a habilidade de reconhecer que os valores como: respeito,paz,amor e solidariedade são essenciais numa sociedade que pretende ser digna e agir com justiça de direitos e deveres.
Conscientizar a comunidade que os valores devem ser trabalhados dentro e fora do lar.Prevenir a violência.
Metodologia:
Trabalhar os temas:amor,paz,respeito,solidariedade e justiça com reflexão e critica.
Os professores utilizarão os recursos disponiveis em sala de aula, como textos, folhetos explicativos e livros para que os alunos preparem a sala de aula com cartazes para uma melhor conscientização.
Recursos:
Cartazes, filmes instrutivos e murais.
Frases de impacto e construção de livros.
Passeatas pela comunidade.
Recursos disponiveis na escola.
Avaliação:
Através da observação, atividades orais e escritas, dramatizações e registro do professor.
Também serão expostos os trabalhos realizados nas escolas.
Período: Durante todo o ano letivo
Justificativa:
Este projeto é no sentido de resgatar valores da humanidade que se encontram deteriorados pela mídia e pela própria situação de vida das pessoas em geral.
Objetivo:
Desenvolver a habilidade de reconhecer que os valores como: respeito,paz,amor e solidariedade são essenciais numa sociedade que pretende ser digna e agir com justiça de direitos e deveres.
Conscientizar a comunidade que os valores devem ser trabalhados dentro e fora do lar.Prevenir a violência.
Metodologia:
Trabalhar os temas:amor,paz,respeito,solidariedade e justiça com reflexão e critica.
Os professores utilizarão os recursos disponiveis em sala de aula, como textos, folhetos explicativos e livros para que os alunos preparem a sala de aula com cartazes para uma melhor conscientização.
Recursos:
Cartazes, filmes instrutivos e murais.
Frases de impacto e construção de livros.
Passeatas pela comunidade.
Recursos disponiveis na escola.
Avaliação:
Através da observação, atividades orais e escritas, dramatizações e registro do professor.
Também serão expostos os trabalhos realizados nas escolas.
Água é Vida
Período:1 ano letivo
Público alvo: Alunos do ensino fundamental
Objetivos:
Mostrar aos alunos as várias utilidades da água e conscientizar quanto a sua preservação, conservação, correta utilização e ampliar esses conhecimentos de forma que cheguem à comunidade.
Material Necessário:
Papel nacarato,cartolina: azul,verde,marrom,amarelo e vermelho, jornais, revistas para pesquisa, caneta hidrocor preta, lápis de cor, garrafas pet.
Desenvolvimento:
Organiza-se os alunos na parte externa da escola, e fala sobre a importância da água para a natureza, as árvores, a chuva, as plantações, os animais e o homem.
Discutindo a relação do homem com a natureza e destes com a água. Colocando a nacessidade da água para a manutenção da vida de todas as espécies.
Surge a pergunta: - Quem está com sede?
É oferecido água.
Em sala de aula realizam duas atividades:
1º Desenho livre sobre a água
2º Preencher palavras cruzadas e outros tipos de atividades.
Tarefa: Trazer pesquisa sobre a utilização,a escassez e desperdicio da água no mundo.
Na aula todos falam de sua pesquisa.
confeccionar um painel, formando um rio, árvores e animais em volta, colocando as pesquisas aclopadas a um desenho representativo de cada aluno.
Cantar a música "Água limpinha" ou qualquer outra da preferência de todos.
Avaliação do Projeto:
Avalia-se os alunos no decorrer das aulas, observando sua participação e atitudes no que diz respeito a conservação e cuidados com a água, além da importância e desenvolvimento dados ao assunto.
Público alvo: Alunos do ensino fundamental
Objetivos:
Mostrar aos alunos as várias utilidades da água e conscientizar quanto a sua preservação, conservação, correta utilização e ampliar esses conhecimentos de forma que cheguem à comunidade.
Material Necessário:
Papel nacarato,cartolina: azul,verde,marrom,amarelo e vermelho, jornais, revistas para pesquisa, caneta hidrocor preta, lápis de cor, garrafas pet.
Desenvolvimento:
Organiza-se os alunos na parte externa da escola, e fala sobre a importância da água para a natureza, as árvores, a chuva, as plantações, os animais e o homem.
Discutindo a relação do homem com a natureza e destes com a água. Colocando a nacessidade da água para a manutenção da vida de todas as espécies.
Surge a pergunta: - Quem está com sede?
É oferecido água.
Em sala de aula realizam duas atividades:
1º Desenho livre sobre a água
2º Preencher palavras cruzadas e outros tipos de atividades.
Tarefa: Trazer pesquisa sobre a utilização,a escassez e desperdicio da água no mundo.
Na aula todos falam de sua pesquisa.
confeccionar um painel, formando um rio, árvores e animais em volta, colocando as pesquisas aclopadas a um desenho representativo de cada aluno.
Cantar a música "Água limpinha" ou qualquer outra da preferência de todos.
Avaliação do Projeto:
Avalia-se os alunos no decorrer das aulas, observando sua participação e atitudes no que diz respeito a conservação e cuidados com a água, além da importância e desenvolvimento dados ao assunto.
Carnaval
Publico alvo: todos os anos
Periodo a ser desenvolvido: semana que antecede o período de carnaval
Justificativa:
Este projeto vem de encontro a necessidade de informação sobre o significado do carnaval.
Objetivo:
Desenvolver a criatividade, a capacidade e o prazer da dança assim como a identificação dos diferentes ritmos de cada região.
Conhecer diferentes tipos de música e instrumentos que acompanham as melodias.
Metodologia:
Cada ano deverá trabalhar com o tema "carnaval" de acordo com suas possibilidades visando oferecer o maior número de informações sobre esta tradicional festa.
Para finalizar a escola oferece no ultimo dia da semana que antecede o carnaval, uma simulação de comemoração desta data com trajes típicos e músicas para a diversão dos alunos.
Outra ideia além do baile de carnaval, é um concurso de fantasias, pode ser feitas pelos alunos ou compradas prontas o que vale é se fantasiar.
Recursos:
História do Carnaval
papéis diversos
cola
música
Avaliação:
Através da observação das atividades feitas pelos alunos.
Periodo a ser desenvolvido: semana que antecede o período de carnaval
Justificativa:
Este projeto vem de encontro a necessidade de informação sobre o significado do carnaval.
Objetivo:
Desenvolver a criatividade, a capacidade e o prazer da dança assim como a identificação dos diferentes ritmos de cada região.
Conhecer diferentes tipos de música e instrumentos que acompanham as melodias.
Metodologia:
Cada ano deverá trabalhar com o tema "carnaval" de acordo com suas possibilidades visando oferecer o maior número de informações sobre esta tradicional festa.
Para finalizar a escola oferece no ultimo dia da semana que antecede o carnaval, uma simulação de comemoração desta data com trajes típicos e músicas para a diversão dos alunos.
Outra ideia além do baile de carnaval, é um concurso de fantasias, pode ser feitas pelos alunos ou compradas prontas o que vale é se fantasiar.
Recursos:
História do Carnaval
papéis diversos
cola
música
Avaliação:
Através da observação das atividades feitas pelos alunos.
Animais do Brasil em Perigo de Extinção
Periodo de realização: 3 mêses
Público alvo: Alunos fundamental
Justificativa:
Este tema foi escolhido a fim de despertar uma consciência ecológica e critica diante da situação de derespeito ao nosso meio ambiente e para que os alunos comecem desde crianças a perceberem a importância de se respeitar a natureza e também por abranger diversas áreas do conhecimento como: lingua portugesa (literatura), matemática,ciências,educação artistica e musical.
Objetivo Geral:
Promover o desenvolvimento cognitivo, afetivo e social dando oportunidade à criança de observar, refletir e descobrir conteudos para a construção de conhecimento.
Plano de Curso:
Estabelecer algumas relações entre o meio ambiente e as formas de vida que ali se estabelecem, valorizando sua importância para a preservação das espécies e para a qualidade de vida humana.
Reconhecer quando a ação do homem é prejudicial;
Identificar os principais animais do Brasil estão em perigo de extinção.
Trabalhar livros da coleção: Fantasias Ecológicas.
Deve ser lembrado que os projetos são conjuntos de atividades que trabalham com o conhecimento específicos construidos a partir de um dos eixos de trabalho que se organizam ao redor de um problema para resolver, ou um produto final que se quer obter.
possui uma duração que pode variar conforme o objetivo, o desenrolar de várias etapas, o desejo e o interesse das crianças pelo assunto tratado.
Comportam uma grande dose de imprevisibilidade podendo ser alterado sempre que necessário, tendo inclusive modificações no produto final.
Avaliação:
Será feita diariamente observando interesse, participação e desenvolvimento das crianças.
Público alvo: Alunos fundamental
Justificativa:
Este tema foi escolhido a fim de despertar uma consciência ecológica e critica diante da situação de derespeito ao nosso meio ambiente e para que os alunos comecem desde crianças a perceberem a importância de se respeitar a natureza e também por abranger diversas áreas do conhecimento como: lingua portugesa (literatura), matemática,ciências,educação artistica e musical.
Objetivo Geral:
Promover o desenvolvimento cognitivo, afetivo e social dando oportunidade à criança de observar, refletir e descobrir conteudos para a construção de conhecimento.
Plano de Curso:
Estabelecer algumas relações entre o meio ambiente e as formas de vida que ali se estabelecem, valorizando sua importância para a preservação das espécies e para a qualidade de vida humana.
Reconhecer quando a ação do homem é prejudicial;
Identificar os principais animais do Brasil estão em perigo de extinção.
Trabalhar livros da coleção: Fantasias Ecológicas.
Deve ser lembrado que os projetos são conjuntos de atividades que trabalham com o conhecimento específicos construidos a partir de um dos eixos de trabalho que se organizam ao redor de um problema para resolver, ou um produto final que se quer obter.
possui uma duração que pode variar conforme o objetivo, o desenrolar de várias etapas, o desejo e o interesse das crianças pelo assunto tratado.
Comportam uma grande dose de imprevisibilidade podendo ser alterado sempre que necessário, tendo inclusive modificações no produto final.
Avaliação:
Será feita diariamente observando interesse, participação e desenvolvimento das crianças.
Saúde
Período de realização: 7 meses
Público alvo: Alunos fundamental
Justificativa:
O tema foi escolhido porque os hábitos adquiridos de maneira certa ajudarão os alunos a levarem uma vida saudavel sempre.
Objetivo Geral:
O aluno através de várias atividades, em todas as áreas de atuação desenvolverá habilidades psicomotoras; cognitivas; afetivas e sociais.
Plano de curso:
Desenvolver noções básicas de higiene,nutrição e saúde.
Identificar as necessidades básicas do ser humano (alimentação,habitação,sono,vestuário, afeto, segurança,higiene, lazer e comunicação)Identificar a ação do homem na transformação da natureza para atender suas necessidades.
Avaliação:
Será feita diariamente observando-se interesse, participação e aprendizado.
Público alvo: Alunos fundamental
Justificativa:
O tema foi escolhido porque os hábitos adquiridos de maneira certa ajudarão os alunos a levarem uma vida saudavel sempre.
Objetivo Geral:
O aluno através de várias atividades, em todas as áreas de atuação desenvolverá habilidades psicomotoras; cognitivas; afetivas e sociais.
Plano de curso:
Desenvolver noções básicas de higiene,nutrição e saúde.
Identificar as necessidades básicas do ser humano (alimentação,habitação,sono,vestuário, afeto, segurança,higiene, lazer e comunicação)Identificar a ação do homem na transformação da natureza para atender suas necessidades.
Avaliação:
Será feita diariamente observando-se interesse, participação e aprendizado.
Meio Ambiente
Publico alvo: Todas as séries
Periodo a ser desenvolvido: 6 meses
Justificativa:
Este projeto vem de encontro à necessidade frequente de valorizar e aprender que dependemos do meio ambiente. Este meio ambiente deverá ser sempre nossa morada e conservá-lo em toda a sua especificidade é essencial para nossa sobrevivência.
Objetivos:
Compreender a dependência dos seres vivos ao meio ambiente.
Perceber a ação do homem na transformação deste meio em suas várias formas: tanto na questão da destruição quanto na questão da transformação integrada a natureza.
Incentivar a participação na busca de soluções ao combate de problemas ambientais.
Metodologia:
Utilização de livros, histórias, dramatizações, reportagens e publicações que tratam do tema.
Passeio ao Bosque Municipal e ao Parque do Curupira.
Recursos:
Planejamento conjunto para que todos trabalhem o tema.
Papeis diversos e cola
Passeios
latas de lixo especifica para reciclagem
Avaliação:
Através da observação das atividades orais e escritas, dramatização, narrações reproduzidas e registro do professor.
Periodo a ser desenvolvido: 6 meses
Justificativa:
Este projeto vem de encontro à necessidade frequente de valorizar e aprender que dependemos do meio ambiente. Este meio ambiente deverá ser sempre nossa morada e conservá-lo em toda a sua especificidade é essencial para nossa sobrevivência.
Objetivos:
Compreender a dependência dos seres vivos ao meio ambiente.
Perceber a ação do homem na transformação deste meio em suas várias formas: tanto na questão da destruição quanto na questão da transformação integrada a natureza.
Incentivar a participação na busca de soluções ao combate de problemas ambientais.
Metodologia:
Utilização de livros, histórias, dramatizações, reportagens e publicações que tratam do tema.
Passeio ao Bosque Municipal e ao Parque do Curupira.
Recursos:
Planejamento conjunto para que todos trabalhem o tema.
Papeis diversos e cola
Passeios
latas de lixo especifica para reciclagem
Avaliação:
Através da observação das atividades orais e escritas, dramatização, narrações reproduzidas e registro do professor.
Brinquedos
Público alvo: 1º e 2º ano
Duração:15 dias
Justificativa:
A brincadeira é muito importante para o desenvolvimento cognitivo da criança.
As regras, as sequências, a vez de cada um e a organização são explorados desde o começo até o final da brincadeira.
Quando a criança brinca com o seu brinquedo aprende a dividir o seu espaço e seus pertences, sem o sentimento de possui-lo.
Objetivos:
Comparar diversos tipos de brincadeiras;
Criar brincadeiras e jogos ao ar livre;
Valorizar o brinquedo;
Conhecer diferentes materiais usados na fabricação de brinquedos;
Desenvolver a coordenação motora;
Conhecer e comparar brinquedos e brincadeiras de crianças da zona rural e da zona urbana.
Atividades desenvolvidas:
- Poesias
- Caça palavras
- Pesquisa
- Cruzadinha
- Desafios
- Trabalhos com masinha e sucatas
- Labirinto
Desenvolvimento:
Festa das crianças com gincanas e lanche coletivo;
Promover o "Dia do Brinquedo"(os alunos poderão levar um brinquedo preferido na escola)
Campanha: "Vamos dar um brinquedo a uma criança"; o material arrecadado poderá ser doado a uma creche.
Avaliação:
Será feita mediante a observação da mudança de comportamento durante o ano letivo.
Duração:15 dias
Justificativa:
A brincadeira é muito importante para o desenvolvimento cognitivo da criança.
As regras, as sequências, a vez de cada um e a organização são explorados desde o começo até o final da brincadeira.
Quando a criança brinca com o seu brinquedo aprende a dividir o seu espaço e seus pertences, sem o sentimento de possui-lo.
Objetivos:
Comparar diversos tipos de brincadeiras;
Criar brincadeiras e jogos ao ar livre;
Valorizar o brinquedo;
Conhecer diferentes materiais usados na fabricação de brinquedos;
Desenvolver a coordenação motora;
Conhecer e comparar brinquedos e brincadeiras de crianças da zona rural e da zona urbana.
Atividades desenvolvidas:
- Poesias
- Caça palavras
- Pesquisa
- Cruzadinha
- Desafios
- Trabalhos com masinha e sucatas
- Labirinto
Desenvolvimento:
Festa das crianças com gincanas e lanche coletivo;
Promover o "Dia do Brinquedo"(os alunos poderão levar um brinquedo preferido na escola)
Campanha: "Vamos dar um brinquedo a uma criança"; o material arrecadado poderá ser doado a uma creche.
Avaliação:
Será feita mediante a observação da mudança de comportamento durante o ano letivo.
Gráficos
Duração: 2 semanas
Público alvo: Alunos do fundamental
Objetivos:
Oferecer condições aos alunos para distinguirem o que é gráfico.
Levar o aluno a observar do que se trata este gráfico.
Compreender que existe vários tipos de gráficos
Propiciar ao aluno a possibilidade de construir seu próprio gráfico
Levar o aluno a pesquisar diversos gráficos
Conteudos:
Gráficos
Atividades:
Exercícios sobre o assunto
Criação de desenho
Confeccção de gráficos
Procedimentos:
Apresentação
Desenhos de gráficos feitos em tamanho de papel cartonado
Trabalhar com textos, figuras, jornais, que representem gráficos.
Conversa sobre todos os tipos de gráficos usados em todas as disciplinas.
Avaliação:
Continuamente, em conjunto com a apresentação dos gráficos confeccionados.
Público alvo: Alunos do fundamental
Objetivos:
Oferecer condições aos alunos para distinguirem o que é gráfico.
Levar o aluno a observar do que se trata este gráfico.
Compreender que existe vários tipos de gráficos
Propiciar ao aluno a possibilidade de construir seu próprio gráfico
Levar o aluno a pesquisar diversos gráficos
Conteudos:
Gráficos
Atividades:
Exercícios sobre o assunto
Criação de desenho
Confeccção de gráficos
Procedimentos:
Apresentação
Desenhos de gráficos feitos em tamanho de papel cartonado
Trabalhar com textos, figuras, jornais, que representem gráficos.
Conversa sobre todos os tipos de gráficos usados em todas as disciplinas.
Avaliação:
Continuamente, em conjunto com a apresentação dos gráficos confeccionados.
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